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Baixar áudioA Fundação Getulio Vargas (FGV) informou, nesta terça-feira (17), que o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) caiu 0,24% em março, após baixa de 0,46% em fevereiro. O resultado implica em retração acumulada de 0,36% no ano de 2026 e de 2,53% nos últimos 12 meses. Segundo economistas do FGV IBRE, a apuração de março mostrou continuidade da queda nas commodities de maior peso, especialmente o minério de ferro, soja e milho.
Os dados mostram uma situação de melhora econômica frente a março de 2025, quando o IGP-10 teve alta mensal de 0,04% e acumulou alta de 8,59% em 12 meses.
O indicador avalia a inflação entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Segundo a FGV, ele surgiu como uma forma de oferecer um indicador adicional, divulgado no início da segunda quinzena do mês, que permite um acompanhamento mais próximo das oscilações de preços em períodos intermediários ao Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).
O IGP-10 é calculado por meio de outros três subíndices, em média ponderada:
Em março, o IPA-10 caiu 0,39%, suavizando o comportamento observado em fevereiro, quando caiu 0,80%. O grupo de Bens Finais apresentou aceleração, passando de -0,05% em fevereiro para 0,59% em março, assim como o de Bens Finais (ex) — que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para o consumo —, que subiu de 0,06% em fevereiro para 0,16% em março. Já as taxas dos grupos de Bens Intermediários, Bens Intermediários (ex) — que exclui o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção — e Matérias-Primas Brutas tiveram quedas de 0,33%, 0,03% e 1,11%, respectivamente.
Segundo o economista do FGV IBRE André Braz, o IGP-10 de março segue registrando queda nas commodities de maior peso, especialmente minério de ferro, soja e milho. Ele reforça que o recuo do IPA não foi mais intenso devido à elevação dos preços dos produtos pecuários como bovinos, carne e leite.
Já o IPC-10 apresentou alta de 0,03% em março, inferior à de 0,50% observada em fevereiro. Entre as oito classes de despesas que compõem o índice, Educação, Leitura e Recreação (1,51% para -2,16%), Transportes (0,93% para 0,06%), Alimentação (0,44% para 0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,24% para 0,18%) e Habitação (0,34% para 0,31%) tiveram recuo em suas taxas. Em contrapartida, os grupos Vestuário (-1,10% para 0,07%), Despesas Diversas (0,33% para 0,88%) e Comunicação (0,00% para 0,11%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.
“No âmbito do consumidor, cuja taxa apresentou desaceleração expressiva, destacam-se os movimentos de cursos formais e passagens aéreas, ambos registrando retração em suas taxas de variação”, complementa o economista.
Por sua vez, o INCC-10 registrou alta de 0,29% em março, abaixo da taxa de 0,47% observada em fevereiro. Dentre os três grupos que constituem o índice, todos tiveram movimentações idênticas em suas taxas de variação entre fevereiro e março: o grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,32% para 0,28%; o grupo Serviços desacelerou de 0,53% para 0,25%; e o grupo Mão de Obra diminuiu de 0,66% para 0,31%.
“Já na construção civil, altas menos intensas nos custos de mão de obra contribuíram para a desaceleração da inflação nesse segmento”, finaliza André Braz.
As informações são do FGV IBRE.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quarta-feira (18) em alta de 0,36%. A arroba é negociada a R$ 347,70, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 347,70 | 0,36% | -1,54% | 66,79 |
| 16/03/2026 | 346,45 | -0,04% | -1,90% | 66,24 |
| 13/03/2026 | 346,60 | -0,26% | -1,85% | 65,24 |
| 12/03/2026 | 347,50 | 0,07% | -1,60% | 66,35 |
| 11/03/2026 | 347,25 | 0,13% | -1,67% | 67,24 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,43%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,00, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,01.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 7,00 | -0,43% | -3,58% |
| 16/03/2026 | 7,03 | 0,00% | -3,17% |
| 13/03/2026 | 7,03 | -0,28% | -3,17% |
| 12/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
| 11/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 7,01 | -0,43% | -4,10% |
| 16/03/2026 | 7,04 | -0,42% | -3,69% |
| 13/03/2026 | 7,07 | -0,28% | -3,28% |
| 12/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
| 11/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,17 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 10,17 | 0,00% | 0,69% |
| 16/03/2026 | 10,17 | -0,39% | 0,69% |
| 13/03/2026 | 10,21 | 0,89% | 1,09% |
| 12/03/2026 | 10,12 | 0,00% | 0,20% |
| 11/03/2026 | 10,12 | 0,00% | 0,20% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, desvalorização de 0,45% no Paraná e de 0,15% em Santa Catarina, e valorização de 0,15% no Rio Grande do Sul e de 0,14% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,65 e R$ 6,97.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | 0,00% |
| 17/03/2026 | PR - a retirar | 6,65 | -0,45% | 0,91% |
| 17/03/2026 | RS - a retirar | 6,81 | 0,15% | 1,19% |
| 17/03/2026 | SC - a retirar | 6,65 | -0,15% | 2,15% |
| 17/03/2026 | SP - posto | 6,97 | 0,14% | 1,01% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (18) em alta de 1,00%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.927,15 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 1.927,15 | 1,00% | 7,21% | 370,18 |
| 16/03/2026 | 1.908,03 | 1,57% | 6,14% | 364,82 |
| 13/03/2026 | 1.878,47 | -1,19% | 4,50% | 353,56 |
| 12/03/2026 | 1.901,07 | 1,51% | 5,76% | 363,01 |
| 11/03/2026 | 1.872,75 | -2,39% | 4,18% | 362,66 |
O café robusta teve baixa de 0,45% no preço, sendo comercializado a R$ 989,60.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 989,60 | -0,45% | -4,18% | 190,09 |
| 16/03/2026 | 994,04 | -0,60% | -3,75% | 190,07 |
| 13/03/2026 | 1.000,05 | -1,12% | -3,17% | 188,23 |
| 12/03/2026 | 1.011,41 | 1,25% | -2,07% | 193,13 |
| 11/03/2026 | 998,97 | -3,67% | -3,27% | 193,45 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,52% e é cotada a R$ 97,11.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 97,11 | -0,52% | -1,50% | 18,65 |
| 16/03/2026 | 97,62 | 0,39% | -0,98% | 18,67 |
| 13/03/2026 | 97,24 | 1,51% | -1,37% | 18,30 |
| 12/03/2026 | 95,79 | -1,53% | -2,84% | 18,29 |
| 11/03/2026 | 97,28 | -1,26% | -1,33% | 18,84 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 0,59%, sendo negociada a R$ 109,31 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 109,31 | 0,59% | 2,05% | 21,01 |
| 16/03/2026 | 108,67 | -0,76% | 1,46% | 20,64 |
| 13/03/2026 | 109,50 | 0,17% | 2,23% | 20,84 |
| 12/03/2026 | 109,31 | 1,57% | 2,05% | 21,00 |
| 11/03/2026 | 107,62 | 0,71% | 0,48% | 20,86 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 72,02, após desvalorização de 0,11%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 72,02 | -0,11% | 3,58% | 13,83 |
| 16/03/2026 | 72,10 | 0,17% | 3,70% | 13,79 |
| 13/03/2026 | 71,98 | 0,59% | 3,52% | 13,55 |
| 12/03/2026 | 71,56 | 0,34% | 2,92% | 13,66 |
| 11/03/2026 | 71,32 | 0,32% | 2,57% | 13,81 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e baixa em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (18) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve desvalorização de 1,23% e é negociado a R$ 120,77; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 1,73% e é cotada a R$ 127,12.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 120,77 | -1,23% | 0,06% | 23,20 |
| 16/03/2026 | 122,28 | -0,78% | 1,31% | 23,38 |
| 13/03/2026 | 123,24 | 0,26% | 2,10% | 23,20 |
| 12/03/2026 | 122,92 | 0,50% | 1,84% | 23,47 |
| 11/03/2026 | 122,31 | 0,25% | 1,33% | 23,69 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 127,12 | -1,73% | 0,23% | 24,42 |
| 16/03/2026 | 129,36 | -0,65% | 1,99% | 24,73 |
| 13/03/2026 | 130,20 | -0,51% | 2,66% | 24,51 |
| 12/03/2026 | 130,87 | 1,22% | 3,19% | 24,99 |
| 11/03/2026 | 129,29 | 0,38% | 1,94% | 25,04 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,07% no Paraná e desvalorização de 0,05% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.224,33, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.090,60.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 1.224,33 | 0,07% | 3,93% | 235,18 |
| 16/03/2026 | 1.223,46 | 0,29% | 3,85% | 233,93 |
| 13/03/2026 | 1.219,92 | 0,22% | 3,55% | 229,61 |
| 12/03/2026 | 1.217,19 | 0,59% | 3,32% | 232,42 |
| 11/03/2026 | 1.210,08 | -0,10% | 2,72% | 234,33 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 17/03/2026 | 1.090,60 | -0,05% | -0,74% | 209,49 |
| 16/03/2026 | 1.091,17 | -0,17% | -0,69% | 208,64 |
| 13/03/2026 | 1.093,06 | 0,00% | -0,52% | 205,73 |
| 12/03/2026 | 1.093,06 | 0,00% | -0,52% | 208,72 |
| 11/03/2026 | 1.093,06 | 0,13% | -0,52% | 211,67 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,57% frente ao real, cotado a R$ 5,20. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,12%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18) — e pela atenção a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Nesta terça-feira (17), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que os EUA foram informados pela maioria dos seus aliados da Otan de que eles não querem se envolver no conflito militar no Irã. Trump taxou a medida de “erro muito tolo” e disse que os EUA não precisam da ajuda de ninguém.
Os investidores acompanharam o primeiro dia de decisões do Federal Reserve — o Banco Central do país —, pressionado pelo conflito no Irã. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.
No cenário doméstico, o mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.
Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.
Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,99.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1925 | 0,1669 | 0,1442 | 30,6064 | 0,1511 | 0,2636 | 0,2711 |
| USD | 5,1945 | 1 | 0,8668 | 0,7486 | 158,97 | 0,7848 | 1,3693 | 1,4080 |
| EUR | 5,9909 | 1,1538 | 1 | 0,8638 | 183,40 | 0,9053 | 1,5794 | 1,6242 |
| GBP | 6,9358 | 1,3359 | 1,1576 | 1 | 212,35 | 1,0484 | 1,8291 | 1,8808 |
| JPY | 0,0327 | 0,0063 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,4936 | 0,0086 | 0,0089 |
| CHF | 6,6189 | 1,2743 | 1,1041 | 0,9538 | 202,66 | 1 | 1,7449 | 1,7943 |
| CAD | 3,7941 | 0,7304 | 0,6330 | 0,5467 | 116,12 | 0,5732 | 1 | 1,0284 |
| AUD | 3,6901 | 0,7104 | 0,6156 | 0,5318 | 112,92 | 0,5575 | 0,9724 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,30%, aos 180.409 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo desempenho da Petrobras e à espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18).
O mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.
Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.
Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.
Dentre os principais desempenhos no Ibovespa, a Petrobras teve alta de 1,22% na ação ordinária e 1,76% na preferencial, devido à entrada de fluxo de capital estrangeiro e à alta do petróleo. O Brent teve alta de 3,20% durante a sessão, com o barril sendo cotado a US$103,42.
No exterior, os índices de Wall Street fecharam a segunda sessão seguida em alta, na expectativa da decisão do Federal Reserve — o Banco Central do país — sobre o seguimento da taxa de juros. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (RAIZ4): +22,00%
Natura Cosmeticos SA (NATU3): +8,46%
Ações em queda no Ibovespa
Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4): -11,34%
Magazine Luiza S.A. (MGLU3): -8,13%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.134.000.085, em meio a 3.729.267 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioMais da metade dos brasileiros sente que está difícil ou muito difícil conseguir trabalho no país. O número é resultado da 9ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, com dados do trimestre finalizado em fevereiro de 2026, que mostrou que 53,6% dos respondentes percebem a dificuldade em encontrar emprego.
O número mostra uma piora em relação ao trimestre finalizado em janeiro, mas o FGV IBRE explica que, devido à falta de ajuste por sazonalidade nas séries, é possível que isso se deva ao período do ano.
Em relação às perspectivas para o mercado de trabalho nos próximos meses, 34,3% dos respondentes acreditam que a tendência é que fique pior ou muito pior, enquanto 33% acreditam na tendência de que melhore ou melhore muito. Os 32,7% restantes acreditam na manutenção da estabilidade. O resultado majoritariamente negativo é o maior desde o trimestre móvel de outubro de 2025.
Segundo o economista do FGV IBRE Rodolpho Tobler, enquanto os primeiros resultados da sondagem de 2026 indicavam uma continuidade do aquecimento da economia visto em 2025, mas com uma tendência de estabilidade, os resultados do último mês mostram uma maior parcela da população acreditando na desaceleração do ritmo do mercado de trabalho na primeira metade do ano. Ele espera que, dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, a tendência seja a de um número de vagas menor do que o de 2025, ainda que haja uma possibilidade de ajuste nos indicadores caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido.
“Os primeiros resultados do mercado de trabalho em 2026 indicam continuidade do aquecimento visto no ano passado, mas agora com uma tendência maior de estabilidade. O resultado desse mês, mesmo que com cautela pela ausência de ajuste sazonal, já indica um percentual mais elevado de pessoas acreditando que o ritmo do mercado de trabalho tende a diminuir nessa primeira metade do ano. Dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, é esperado que o número de vagas abertas seja inferior ao que foi observado ao longo de 2025. Caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido, os dados de mercado de trabalho tendem a se ajustar para cima também”, afirma.
Divulgados mensalmente desde julho de 2025, os indicadores sobre a qualidade de emprego no país do FGV IBRE buscam complementar as informações existentes sobre o tema com dados exclusivos, derivados, principalmente, da percepção do trabalhador brasileiro sobre as condições de trabalho no momento. As pesquisas consultam pessoas em todo o território nacional, em idade para trabalhar, sobre os temas: satisfação com trabalho; chance de perder emprego e/ou fonte de renda; proteção social; renda suficiente; percepção geral sobre o mercado de trabalho; e expectativa para os próximos 6 meses do mercado de trabalho em geral.
Com informações do FGV IBRE.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta terça-feira (17), indica céu de muitas nuvens para toda a região, com chuvas de diferentes intensidades para os três estados ao longo do dia, mais intensas a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para a faixa central do Rio Grande do Sul, sul de Santa Catarina e extremo-norte do Paraná. As chuvas devem amanhecer mais intensas no oeste do Rio Grande do Sul.
Durante a tarde, as chuvas se intensificam e tomam toda a região, vindo acompanhadas de trovoadas no centro-oeste paranaense e de Santa Catarina e em quase todo o Rio Grande do Sul — à exceção do litoral do estado.
À noite, as chuvas deixam o extremo-leste do Paraná e perdem intensidade no centro-leste do Paraná e de Santa Catarina e extremo-nordeste gaúcho. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao extremo-noroeste paranaense e extremo-sul do Rio Grande do Sul.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para todo o Rio Grande do Sul, centro-oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná, além alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o extremo-norte do Paraná.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoChuvas cobrem a região ao longo do dia, com algumas trovoadas; temperaturas variam entre 19°C e 33°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta terça-feira (17), indica a presença de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para toda a região ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas em algumas áreas.
O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens e possibilidade de chuvas isoladas para toda a região.
Durante a tarde, as chuvas se intensificam em quase toda a região — à exceção do extremo-sudeste de Goiás, vindo acompanhadas de trovoadas no norte de Mato Grosso e centro-oeste e sul de Mato Grosso do Sul. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região e alerta de perigo potencial de tempestade para o extremo-sul de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta terça-feira (17), é de céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades em todos os estados ao longo do dia, sem trovoadas. Há, ainda, previsão de poucas nuvens com nevoeiro para todo o litoral paulista no início do dia.
Pela manhã, a previsão é de céu com muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do litoral de São Paulo, que deve amanhecer sob poucas nuvens e nevoeiro —, e pancadas de chuva isoladas para o extremo-oeste paulista, extremo-norte do Espírito Santo, oeste e faixa central do norte de Minas Gerais.
Durante a tarde, as chuvas tomam todo o Espírito Santo, quase todo o estado mineiro — à exceção dos extremos-nordeste e sul —, centro-oeste e sul de São Paulo e extremo-norte do Rio de Janeiro, com maior intensidade no extremo-oeste de Minas Gerais e oeste e extremo-sul de São Paulo.
À noite, as chuvas se restringem aos centros-norte mineiro e capixaba e noroeste paulista. As pancadas de chuva se restringem ao extremo-norte do Espírito Santo, norte e oeste de Minas Gerais e oeste de São Paulo.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o oeste de Minas Gerais e de São Paulo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 31°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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