Voltar
Baixar áudioO Brasil registrou 1.660.190 casos prováveis de dengue em 2025, segundo a atualização mais recente do Ministério da Saúde. No mesmo período, a doença provocou 1.762 mortes, enquanto outros 200 óbitos ainda estão sob investigação. Os dados constam no Painel de Monitoramento das Arboviroses da pasta.
Segundo o ministério, esses números representam uma queda de 75% nos casos prováveis de dengue e 72% no número de mortes em relação a 2024, quando foram contabilizados 6.563.561 casos prováveis e 6.321 óbitos.
Entre as regiões do país, o Sudeste lidera em número de casos prováveis, com 1.132.304 registros, seguido pelo Sul (222.171), Centro-Oeste (162.441), Nordeste (102.647) e Norte (40.643).
O mesmo padrão se repete em relação aos óbitos. O Sudeste concentra o maior número de mortes por dengue, com 1.288 registros. Em seguida aparecem as regiões Sul (219), Centro-Oeste (145), Nordeste (64) e Norte (46).
Confira os casos prováveis por estado:
Na última sexta-feira (19), o Ministério da Saúde assinou um contrato para a compra da primeira vacina contra a dengue de dose única do mundo, produzida 100% no Brasil pelo Instituto Butantan. O investimento é de R$ 368 milhões para a aquisição de 3,9 milhões de doses, que serão ofertadas exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2026.
O novo imunizante protege contra os quatro sorotipos da dengue e apresenta eficácia de 74,7% contra a forma sintomática da doença em pessoas de 12 a 59 anos. Além disso, oferece 89% de proteção contra casos graves e com sinais de alarme.
Para o infectologista Julival Ribeiro, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, a iniciativa representa um avanço significativo no combate à doença. “Essa vacina pode ser aplicada em dose única, o que é uma diferença muito importante em relação às outras disponíveis no mundo. Isso é muito importante, porque ajuda na aderência da população a ser vacinada”, ressalta.
Do total de doses adquiridas, 1,3 milhão serão destinadas prioritariamente aos profissionais da Atenção Primária à Saúde que atuam na linha de frente do SUS. Estão incluídos agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos que realizam visitas domiciliares. A estratégia deve começar no fim de janeiro de 2026.
A agente de saúde Naita de Souza, de Arceburgo, no sul de Minas Gerais, relata que a Secretaria Municipal de Saúde já entrou em contato com o Ministério da Saúde, mas ainda não há previsão para o recebimento das doses. Mesmo assim, ela afirma estar ansiosa para se vacinar.
“Eu já tive dengue, os sintomas são horríveis. Se vai ter uma vacina que vai nos proteger contra a dengue, para evitar de ter os sintomas que eu tive, eu prefiro tomar, me cuidar e me proteger”, conta.
Com a chegada das doses, o Ministério da Saúde adotará, já no início de 2026, uma estratégia para avaliar o impacto do novo imunizante na dinâmica de transmissão da dengue. A ação prevê uma aceleração da vacinação em dois municípios-piloto: Botucatu (SP) e Maranguape (CE), com público-alvo formado por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos. Uma terceira cidade, Nova Lima (MG), também poderá integrar a iniciativa.
A vacinação da população em geral está condicionada ao aumento da produção do imunizante, viabilizado por uma parceria estratégica entre Brasil e China. O acordo prevê a transferência da tecnologia desenvolvida pelo Instituto Butantan para a empresa chinesa WuXi Vaccines, o que pode ampliar a produção nacional em até 30 vezes.
A estratégia de imunização começará pelos adultos a partir de 59 anos, com ampliação gradual para faixas etárias mais jovens, até alcançar pessoas a partir de 15 anos.
Atualmente, o SUS também disponibiliza a vacina contra a dengue produzida por um laboratório japonês, indicada para adolescentes de 10 a 14 anos e aplicada em duas doses. Desde a incorporação do imunizante, em 2024, 7,4 milhões de doses já foram aplicadas. Entre 2024 e 2025, foram distribuídas 11,1 milhões de doses, das quais 7,8 milhões foram efetivamente administradas.
Em novembro deste ano, o Ministério da Saúde lançou a campanha nacional “Não dê chance para dengue, zika e chikungunya”, voltada à prevenção das arboviroses. A campanha segue em andamento. O enfrentamento dessas doenças depende da atuação conjunta entre governo e sociedade. Entre as principais medidas de prevenção estão:
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioO Brasil acaba de conquistar um marco histórico no enfrentamento à dengue. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a Butantan-DV, a primeira vacina 100% nacional contra a doença. Desenvolvido pelo Instituto Butantan, o imunizante será incorporado ao Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem previsão de início de oferta à população a partir de 2026.
A vacina utiliza tecnologia de vírus vivo atenuado, reconhecida mundialmente pela segurança e pela alta capacidade de induzir resposta imunológica. Diferente das vacinas já disponíveis, a Butantan-DV é aplicada em dose única, o que facilita a logística e amplia a adesão à imunização.
Em estudos clínicos que envolveram mais de 16 mil voluntários em 14 estados, a vacina apresentou 74,7% de eficácia global contra dengue sintomática e 91,6% de eficácia contra casos graves e com sinais de alarme. Não foram registradas hospitalizações entre os vacinados, indicando 100% de proteção contra internações no período avaliado.
A faixa etária aprovada pela Anvisa é de 12 a 59 anos. O Butantan já estuda a ampliação para outras idades, incluindo crianças e idosos.
Outro diferencial é que o imunizante é tetravalente, ou seja, protege contra os quatro sorotipos do vírus da dengue, característica essencial para um país com circulação simultânea de diferentes variantes do vírus.
A produção da Butantan-DV está em fase avançada. O instituto já fabricou mais de 1 milhão de doses, preparadas para distribuição assim que o Ministério da Saúde definir o cronograma de implementação. Em parceria com a empresa WuXi Vaccines, o Brasil terá capacidade de produzir até 60 milhões de doses por ano a partir de 2026, garantindo autossuficiência e segurança no abastecimento nacional.
A chegada da vacina representa um avanço histórico para a saúde pública e deve reforçar a prevenção em todo o país, reduzindo casos, internações e óbitos pela doença.
As informações são do Ministério da Saúde.
Copiar o texto
Baixar áudioNeste sábado (8), o Ministério da Saúde promove o Dia D nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e chikungunya. A mobilização acontece simultaneamente em estados e municípios, com previsão de mutirões de limpeza, visitas de agentes de saúde e ações de conscientização nas comunidades.
O objetivo é eliminar criadouros do mosquito antes do período de maior transmissão, que ocorre no primeiro semestre. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou a ação pretende engajar a população e os municípios para identificar os pontos críticos e eliminar os criadouros do mosquito.
Segundo o ministério, 370 mil profissionais atuam na prevenção das arboviroses em todo o país. Os agentes de saúde e de endemias visitam casas, orientam famílias, aplicam larvicidas e coletam dados que ajudam no planejamento das ações.
O 3º Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre agosto e outubro, 30% dos municípios brasileiros estão em estado de alerta para a dengue. Em 3,2 mil cidades, mais de 80% das larvas estavam em recipientes como vasos de plantas, pneus, garrafas, caixas d’água, calhas, ralos e até folhas de bromélias e cavidades de árvores.
O governo também aposta em tecnologias de controle do mosquito, como o método Wolbachia, que reduz a capacidade de transmissão do vírus. O ministério informou que a iniciativa já é aplicada em 11 municípios e deve chegar a 70 até 2026.
Em Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) realiza o Dia D em parceria com municípios, com visitas, mutirões de limpeza e aplicação de inseticida em 195 municípios.
Na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro vai promover inspeções ambientais, distribuição de materiais informativos, visitas domiciliares e mobilização digital em todas as regiões da cidade.
No Rio Grande do Sul, o governo estadual reforça a mobilização pelo Dia D e combina conscientização junto à população e gestores de saúde.
No Mato Grosso do Sul, o governo estadual realiza o Dia D estadual de combate às arboviroses, com atividades em escolas e espaços públicos, como o Bioparque do Pantanal, reunindo crianças e visitantes para conscientização ambiental.
Em Sergipe, os municípios foram mobilizados para um Dia D estadual no sábado 8 de novembro, com apoio estadual das secretarias municipais de saúde, com início oficial no município de Nossa Senhora do Socorro (SE).
A orientação é que cada morador faça a sua parte: eliminar água parada, manter caixas d’água tampadas, descartar corretamente pneus e garrafas e permitir a entrada dos agentes de saúde nas residências.
Em caso de febre, dor de cabeça, dores no corpo, náusea ou manchas na pele, a recomendação dos gestores é procurar uma Unidade Básica de Saúde e não se automedicar.
Copiar o texto
Baixar áudioUm estudo conduzido pela Fiocruz e pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) comprovou a eficácia da vacina contra dengue TAK-003, conhecida como Qdenga, em adolescentes. A pesquisa, realizada no Brasil durante a epidemia de dengue de 2024, que vitimou mais de seis mil pessoas, foi publicada em 19 de agosto na revista científica The Lancet Infectious Diseases.
A vacina é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pessoas de 4 a 60 anos, fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e atualmente tem sua aplicação focada em adolescentes entre a idade de 10 a 14 anos.
Com base em mais de 92 mil testes realizados em jovens dessa faixa etária no estado de São Paulo, os resultados apontaram que uma única dose da vacina oferece aproximadamente 50% de proteção contra casos sintomáticos e 67,5% de eficácia na prevenção de hospitalizações decorrentes da doença. A pesquisa também observou que a eficácia da primeira dose diminui após 90 dias, reforçando a necessidade de complementar o esquema vacinal com duas doses.
O estudo utilizou o método “teste-negativo”, que cruzou dados da vigilância epidemiológica com registros de vacinação. Além disso, confirmou que a vacina é eficaz contra os sorotipos 1 — o mais comum — e 2, que tende a ser mais grave, do vírus da dengue.
Segundo dados do Ministério da Saúde, a situação epidemiológica apresenta queda de 75,07% nos casos, em comparação com o ano passado. Em 2024, foram registrados 6.167 óbitos por dengue, enquanto em 2025, até o momento, foram relatados 1.584 mortes. Entre os 27 estados, o Acre é o que apresenta maior crescimento no número de casos, à medida que outros registram redução.
A dengue é uma arbovirose transmitida pela fêmea do mosquito Aedes aegypti, responsável por surtos frequentes no país, especialmente na temporada chuvosa, de outubro a maio. Condições como urbanização acelerada, falta de saneamento básico e fatores climáticos agravam o cenário e favorecem a contaminação.
Copiar o texto
Baixar áudioO Brasil começou o ano de 2025 registrando uma queda significativa nos casos de dengue em comparação com 2024. Conforme o Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, até o início de agosto foram contabilizados 1.642.986 casos prováveis, com 1.558 mortes confirmadas e 433 óbitos em investigação.
Esse montante representa uma redução expressiva diante de 2024, quando, no mesmo período, o país enfrentou 6.363.431 casos prováveis e 6.159 mortes. Nos primeiros oito meses de 2025, os dados apontam para uma queda de 74,2% nos casos prováveis em relação ao mesmo período de 2024.
O estado de São Paulo lidera com vasta vantagem o número de índices de casos prováveis, com 892.862 casos confirmados, 1.056 óbitos com mais 156 e investigação.
O ano de 2024 foi o pior da história do país em termos de dengue. Até 7 de outubro, foram registrados 6,5 milhões de casos prováveis, com 5.536 mortes confirmadas e 1.591 em investigação. Esse número representa um aumento de quatro vezes em relação a 2023.
Além disso, em 2023 o Brasil já havia superado o número de óbitos dos oito anos anteriores juntos, encerrando o ano com 6.264 mortes.
Especialistas apontam que as desigualdades sociais, como falta de saneamento, habitações precárias e infraestrutura urbana frágil contribuem significativamente para a disseminação da doença. A presença de criadouros do Aedes aegypti em áreas mais vulneráveis agrava o risco de surtos.
Para combater a epidemia, o governo federal adotou diversas medidas, como:
Para o infectologista Fernando Chagas, a vacina contra a dengue representa uma estratégia crucial de prevenção:
“É uma vacina maravilhosa, tem uma proteção de mais de 95%. Pena que tem muito pouco. Mas é importante que os adolescentes sejam vacinados, porque a gente já tira uma importante população, muito acometida pela doença, do alvo. Fato é que estamos aguardando que essa vacina impacte positivamente na diminuição de casos de dengue que, especialmente nesses dois últimos anos, têm se apresentado com números cada vez maiores.”
No Brasil, desde dezembro de 2024, a vacina Qdenga foi incorporada ao SUS, com esquema de duas doses, com intervalo de três meses. A vacinação começou por crianças de 10 a 11 anos, em fevereiro de 2024, inicialmente em 67 municípios. Posteriormente, foi ampliada para adolescentes de 10 a 14 anos e em abril foi autorizada para faixa de 6 a 16 anos, conforme disponibilidade de doses.
Embora os dados indiquem uma redução robusta dos casos de dengue até agosto de 2025, o país ainda registra mais de um milhão de casos prováveis e centenas de mortes confirmadas, o que exige continuidade e intensificação das ações de vigilância, controle vetorial e vacinação.
A incorporação da vacina Qdenga ao calendário vacinal público é um avanço significativo, mas sua efetividade depende da ampliação de cobertura e da garantia de doses suficientes. Segundo Fernando Chagas, a proteção elevada da vacina pode alterar positivamente os indicadores epidemiológicos nos próximos anos.
O Brasil apresenta, atualmente, um cenário de estabilidade e redução de casos de dengue em 2025, mas permanece em estado de alerta. A vacina surge como ferramenta promissora com boa eficácia segundo especialistas e precisa ser acessível e amplamente aplicada. A continuidade das medidas de controle e vigilância é essencial para consolidar a queda nos casos e prevenir novas epidemias.
Copiar o texto
Baixar áudioO número de casos prováveis de dengue em João Pessoa atingiu a marca de 2,3 mil em 2025, apontam os dados do Ministério da Saúde (dados até 5/6/2025). A cidade não registrou óbito pela doença este ano.
A capital está entre os 312 municípios-alvo das ações de enfrentamento à dengue adotadas pelo Ministério da Saúde. Esse é um dos motivos pelos quais toda a população de João Pessoa e municípios da região metropolitana deve manter as medidas de prevenção aos focos do aedes aegypti, mosquito transmissor, e ficar atenta aos sintomas da dengue.
É o que destaca o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
“Para que nós possamos evitar o surto de arboviroses, [é necessária] a sinergia das ações do poder público, com as ações intersetoriais de coberta de lixo, de abastecimento de água, da visita domiciliar dos agentes com as orientações, além de a população destinar dez minutos por semana na nossa casa, no nosso ambiente de trabalho, verificando se existe alguma coisa acumulando água.”
Fique atento aos sintomas da dengue. Se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo, beba bastante água, não tome remédio por contra própria e procure uma unidade de saúde.
O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior, destaca: no surgimento dos sintomas, é fundamental procurar atendimento imediatamente.
"As arboviroses têm alguns sintomas comuns. São febre, dor no corpo, no caso da dengue, dor ao redor dos olhos, dor nas articulações. Mas, o mais importante para a população é que, na manifestação desses sintomas, procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A UBS vai, através dos profissionais capacitados e de alguns exames que são relativamente simples, por exemplo, um hemograma, dar a melhor condução ao caso.”
Manter-se bem hidratado é fundamental para ter uma boa recuperação e previne casos graves da doença. Além disso, nada de tomar remédio por conta própria.
Saiba mais em gov.br/mosquito ou ligue 136.
Copiar o texto
Baixar áudioO número de casos prováveis de dengue em Fortaleza atingiu a marca de 578 em 2025, apontam os dados do Ministério da Saúde (dados até 7/6/2025). A cidade não registrou óbito pela doença este ano.
Toda a população de Fortaleza e dos municípios região metropolitana deve manter as medidas de prevenção aos focos do aedes aegypti, mosquito transmissor, e ficar atenta aos sintomas da dengue.
É o que destaca o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
“Para que nós possamos evitar o surto de arboviroses, [é necessária] a sinergia das ações do poder público, com as ações intersetoriais de coberta de lixo, de abastecimento de água, da visita domiciliar dos agentes com as orientações, além de a população destinar dez minutos por semana na nossa casa, no nosso ambiente de trabalho, verificando se existe alguma coisa acumulando água.”
Fique atento aos sintomas da dengue. Se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo, beba bastante água, não tome remédio por contra própria e procure uma unidade de saúde.
O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior, destaca: no surgimento dos sintomas, é fundamental procurar atendimento imediatamente.
"As arboviroses têm alguns sintomas comuns. São febre, dor no corpo, no caso da dengue, dor ao redor dos olhos, dor nas articulações. Mas, o mais importante para a população é que, na manifestação desses sintomas, procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A UBS vai, através dos profissionais capacitados e de alguns exames que são relativamente simples, por exemplo, um hemograma, dar a melhor condução ao caso.”
Manter-se bem hidratado é fundamental para ter uma boa recuperação e previne casos graves da doença. Além disso, nada de tomar remédio por conta própria.
Saiba mais em gov.br/mosquito ou ligue 136.
Copiar o texto
Baixar áudioO número de casos prováveis de dengue em Maceió atingiu a marca de 622 em 2025, apontam os dados do Ministério da Saúde (dados até 7/6/2025). A cidade não registrou óbito pela doença este ano.
Toda a população de Maceió e dos municípios região metropolitana deve manter as medidas de prevenção aos focos do aedes aegypti, mosquito transmissor, e ficar atenta aos sintomas da dengue.
É o que destaca o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
“Para que nós possamos evitar o surto de arboviroses, [é necessária] a sinergia das ações do poder público, com as ações intersetoriais de coberta de lixo, de abastecimento de água, da visita domiciliar dos agentes com as orientações, além de a população destinar dez minutos por semana na nossa casa, no nosso ambiente de trabalho, verificando se existe alguma coisa acumulando água.”
Fique atento aos sintomas da dengue. Se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo, beba bastante água, não tome remédio por contra própria e procure uma unidade de saúde.
O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior, destaca: no surgimento dos sintomas, é fundamental procurar atendimento imediatamente.
"As arboviroses têm alguns sintomas comuns. São febre, dor no corpo, no caso da dengue, dor ao redor dos olhos, dor nas articulações. Mas, o mais importante para a população é que, na manifestação desses sintomas, procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A UBS vai, através dos profissionais capacitados e de alguns exames que são relativamente simples, por exemplo, um hemograma, dar a melhor condução ao caso.”
Manter-se bem hidratado é fundamental para ter uma boa recuperação e previne casos graves da doença. Além disso, nada de tomar remédio por conta própria.
Saiba mais em gov.br/mosquito ou ligue 136.
Copiar o texto
Baixar áudioO número de casos prováveis de dengue em Aracaju atingiu a marca de 210 em 2025, apontam os dados do Ministério da Saúde (dados até 7/6/2025). A cidade não registrou óbito pela doença este ano.
Toda a população da capital e dos municípios da Grande Aracaju deve manter as medidas de prevenção aos focos do aedes aegypti, mosquito transmissor, e ficar atenta aos sintomas da dengue.
É o que destaca o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
“Para que nós possamos evitar o surto de arboviroses, [é necessária] a sinergia das ações do poder público, com as ações intersetoriais de coberta de lixo, de abastecimento de água, da visita domiciliar dos agentes com as orientações, além de a população destinar dez minutos por semana na nossa casa, no nosso ambiente de trabalho, verificando se existe alguma coisa acumulando água.”
Fique atento aos sintomas da dengue. Se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo, beba bastante água, não tome remédio por contra própria e procure uma unidade de saúde.
O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior, destaca: no surgimento dos sintomas, é fundamental procurar atendimento imediatamente.
"As arboviroses têm alguns sintomas comuns. São febre, dor no corpo, no caso da dengue, dor ao redor dos olhos, dor nas articulações. Mas, o mais importante para a população é que, na manifestação desses sintomas, procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A UBS vai, através dos profissionais capacitados e de alguns exames que são relativamente simples, por exemplo, um hemograma, dar a melhor condução ao caso.”
Manter-se bem hidratado é fundamental para ter uma boa recuperação e previne casos graves da doença. Além disso, nada de tomar remédio por conta própria.
Saiba mais em gov.br/mosquito ou ligue 136.
Copiar o texto
Baixar áudioO número de casos prováveis de dengue em Brasília atingiu a marca de 7.515 em 2025, apontam os dados do Ministério da Saúde (dados até 7/6/2025). A cidade não registrou óbito pela doença este ano.
A capital está entre os 312 municípios-alvo das ações de enfrentamento à dengue adotadas pelo Ministério da Saúde. Esse é um dos motivos pelos quais toda a população de Brasília deve manter as medidas de prevenção aos focos do aedes aegypti, mosquito transmissor, e ficar atenta aos sintomas da dengue.
É o que destaca o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
“Para que nós possamos evitar o surto de arboviroses, [é necessária] a sinergia das ações do poder público, com as ações intersetoriais de coberta de lixo, de abastecimento de água, da visita domiciliar dos agentes com as orientações, além de a população destinar dez minutos por semana na nossa casa, no nosso ambiente de trabalho, verificando se existe alguma coisa acumulando água.”
Fique atento aos sintomas da dengue. Se estiver com febre, dor de cabeça e/ou atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo, beba bastante água, não tome remédio por contra própria e procure uma unidade de saúde.
O secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior, destaca: no surgimento dos sintomas, é fundamental procurar atendimento imediatamente.
"As arboviroses têm alguns sintomas comuns. São febre, dor no corpo, no caso da dengue, dor ao redor dos olhos, dor nas articulações. Mas, o mais importante para a população é que, na manifestação desses sintomas, procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A UBS vai, através dos profissionais capacitados e de alguns exames que são relativamente simples, por exemplo, um hemograma, dar a melhor condução ao caso.”
Manter-se bem hidratado é fundamental para ter uma boa recuperação e previne casos graves da doença. Além disso, nada de tomar remédio por conta própria.
Saiba mais em gov.br/mosquito ou ligue 136.
Copiar o texto