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Baixar áudioA Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo aplicou 5.314 doses da vacina contra o sarampo no último sábado (27). A ação fez parte de uma mobilização emergencial após a confirmação de três casos da doença em crianças menores de dois anos na Zona Norte da capital paulista.
Do total, foram aplicadas 220 das chamadas “doses zero” da vacina tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses e 29 dias, nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Integradas e durante a busca ativa de casos suspeitos na região.
As outras 5.094 doses foram destinadas à população de 12 meses a 59 anos. Dessas, 3.032 foram aplicadas por equipes de vacinação itinerante, que percorreram bairros da Zona Norte imunizando moradores em domicílios e em locais de grande circulação, como feiras, supermercados e praças.
A Secretaria Municipal da Saúde destaca que a dose zero é uma estratégia adicional de proteção e não substitui o esquema regular do Calendário Nacional de Vacinação.
Assim, mesmo após receber a dose entre 6 meses e 11 meses e 29 dias, a criança deve tomar a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses e a segunda, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.
Além de proteger contra o sarampo, a tríplice viral também previne caxumba e rubéola. Já a tetraviral amplia essa proteção ao incluir a varicela (catapora).
Segundo a pasta, a cobertura vacinal da tríplice viral no município já alcança cerca de 100% para as duas doses em 2026, índice superior à meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Além da aplicação da dose zero, o Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (CVE-SP) adotou uma série de medidas para reduzir o risco de reintrodução do vírus no estado.
Segundo a pasta, em razão do aumento do fluxo internacional de passageiros durante a Copa do Mundo de 2026, foram intensificadas as ações de vacinação em aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens.
A preocupação é motivada pela alta circulação do vírus nos países-sede do torneio. Nos Estados Unidos, foram registrados 2.288 casos em 2025 e outros 2.104 até 20 de junho de 2026. No Canadá, após 5.075 casos no ano passado, já são 1.073 neste ano. No México, a situação é ainda mais preocupante: o país passou de apenas sete casos em 2024 para 6.586 em 2025 e 11.771 em 2026.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, as ações buscam interromper rapidamente possíveis cadeias de transmissão e reduzir o risco de entrada do vírus no estado por meio dos municípios de São Paulo e Guarulhos, onde está localizado o Aeroporto Internacional de Guarulhos.
“O estado de São Paulo atua de forma preventiva, com intensificação da vigilância e ampliação das ações de vacinação para proteger a população. O estado disponibilizou doses adicionais para os dois municípios (São Paulo e Guarulhos) que farão as ações de intensificação”, disse em nota a diretora do CVE-SP, Tatiana Lang.
A vacinação contra o sarampo é oferecida de segunda a sexta-feira em todas as 482 UBSs da capital, das 7h às 19h. Aos sábados, o imunizante também está disponível nas AMAs/UBSs Integradas, no mesmo horário.
A população pode encontrar a unidade mais próxima pela plataforma Busca Saúde.
Professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro da diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia, a infectologista Raquel Stucchi afirma que o Brasil corre risco de voltar a enfrentar epidemias de sarampo devido à cobertura vacinal insuficiente em parte do país.
Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em 2025, a cobertura nacional foi de 92,68% para a primeira dose e de 78,04% para a segunda, ambas abaixo da meta de 95%.
"O risco existe, principalmente neste momento de grande deslocamento de pessoas em função da Copa do Mundo e do retorno de brasileiros que foram para os Estados Unidos, Canadá e México, caso não estejam adequadamente vacinados", alerta.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar próximo de pessoas não imunizadas. Crianças menores de cinco anos, pessoas desnutridas e indivíduos imunossuprimidos estão entre os grupos com maior risco de desenvolver complicações.
A infectologista explica que na fase aguda o sarampo pode provocar pneumonia ou meningite grave, podendo evoluir para óbito.
“Além disso, de forma mais tardia, pode provocar um quadro de panencefalite, que leva a uma perda importante da capacidade cognitiva e uma debilidade muito importante também”, explica.
A especialista reforça que a vacinação com a tríplice viral é a forma mais eficaz de prevenção e possui eficácia amplamente comprovada.
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Baixar áudioO Ministério da Saúde (MS) confirmou, na quarta-feira (1º), um caso de sarampo no Rio de Janeiro. Esta é a segunda notificação da doença no Brasil em 2026.
A paciente é uma mulher de 22 anos, sem registro de vacinação, que trabalha em um hotel na capital fluminense.
Em nota, a pasta informou que o protocolo de resposta foi iniciado logo após a notificação. “Foram adotadas medidas imediatas de investigação, vacinação de bloqueio na residência, no local de trabalho e no serviço de saúde, além da realização de varredura na área próxima à residência para identificação de possíveis outros casos e ampliação da vacinação”, afirmou.
Em fevereiro deste ano, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), emitiu alerta para o aumento expressivo de casos de sarampo nas Américas.
Apesar do cenário regional, o Brasil segue livre da circulação endêmica do vírus, conforme reconhecimento da OPAS. Em 2025, foram confirmados 38 casos no país, distribuídos entre o Distrito Federal (1) e em seis estados:
Do total, dez foram importados, 25 relacionados à importação e três de origem indefinida. Em relação ao histórico vacinal, a maioria (94,7%) ocorreu em pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida.
O sarampo é uma doença infecciosa altamente transmissível. Os principais sintomas incluem febre alta (acima de 38,5 °C) e manchas vermelhas na pele, acompanhadas de tosse seca, conjuntivite, coriza e mal-estar intenso.
Segundo a OMS, a vacinação é a medida mais eficaz para prevenir o sarampo. No Brasil, a população de 12 meses a 59 anos têm indicação para se vacinar. Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto devem iniciar ou completar a proteção conforme o Calendário Nacional de Vacinação.
O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente duas vacinas: a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e a tetraviral, que inclui também a varicela.
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Copiar o textoMinistério da Saúde confirma infecção importada em bebê de seis meses após viagem à Bolívia
Baixar áudioO Ministério da Saúde (MS) confirmou o primeiro caso de sarampo no Brasil neste ano. Trata-se de uma ocorrência importada (contraída no exterior) e a paciente é uma bebê de seis meses, residente em São Paulo (SP), sem histórico de vacinação contra a doença.
Segundo a pasta, a criança viajou para a Bolívia — país que enfrenta surto de sarampo desde 2025 — entre 25 de dezembro e 25 de janeiro. No dia 8 de fevereiro, apresentou febre e manchas na pele. A confirmação laboratorial saiu em 4 de março.
Em fevereiro deste ano, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), emitiu alerta para o aumento expressivo de casos de sarampo nas Américas. Após cinco anos de baixa circulação, o vírus voltou a provocar surtos em diversos países em 2025, tendência que, segundo a entidade, se mantém no início de 2026.
Apesar do cenário regional, o Brasil segue livre da circulação endêmica do vírus, conforme reconhecimento da OPAS. Em 2025, foram confirmados 38 casos no país, distribuídos entre o Distrito Federal (1) e em seis estados:
Do total, dez casos foram importados, 25 relacionados à importação e três de origem indefinida. Em relação ao histórico vacinal, a maioria (94,7%) ocorreu em pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida.
O sarampo é uma doença infecciosa altamente transmissível. Os principais sintomas incluem febre alta (acima de 38,5 °C) e manchas vermelhas na pele, acompanhadas de tosse seca, conjuntivite, coriza e mal-estar intenso.
Segundo a OMS, a vacinação é a medida mais eficaz para prevenir o sarampo. No Brasil, a população de 12 meses a 59 anos têm indicação para se vacinar. Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto devem iniciar ou completar a proteção conforme o Calendário Nacional de Vacinação.
O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente duas vacinas: a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e a tetraviral, que inclui também a varicela.
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Copiar o textoMéxico, Estados Unidos e Canadá concentram a maioria dos casos; Brasil segue sem circulação endêmica
Baixar áudioA Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), emitiu um alerta diante do aumento acentuado dos casos de sarampo na Região das Américas. Após cinco anos de baixa circulação, a doença voltou a apresentar persistência de casos e surtos em diversos países ao longo de 2025, tendência que, segundo a entidade, se mantém no início de 2026.
No ano anterior, foram confirmados 14.891 casos, dos quais 29 evoluíram para óbito. México, Canadá e Estados Unidos concentraram cerca de 95% das notificações, com um total de 14.106 casos.
Confira a distribuição das incidências de sarampo nas Américas em 2025:
| País | Casos notificados | Óbitos |
|---|---|---|
| Argentina | 36 | - |
| Belize | 44 | - |
| Bolívia (Estado Plurinacional) | 597 | - |
| Brasil | 38 | - |
| Canadá | 5.436 | 2 |
| Costa Rica | 1 | - |
| El Salvador | 1 | - |
| Estados Unidos da América | 2.242 | 3 |
| Guatemala | 1 | - |
| México | 6.428 | 24 |
| Paraguai | 49 | - |
| Peru | 5 | - |
| Uruguai | 13 | - |
Em 2026, entre a Semana Epidemiológica (SE) 1 e a SE 3, foram confirmados 1.031 casos da doença na Região das Américas, sem registro de óbitos até o momento. O número representa um aumento de 45 vezes em relação aos 23 casos registrados no mesmo período de 2025. Os países com notificações no início deste ano foram:
| País | Casos confirmados |
|---|---|
| Bolívia | 10 |
| Canadá | 67 |
| Chile | 1 |
| Estados Unidos da América | 171 |
| Guatemala | 41 |
| México | 740 |
| Uruguai | 2 |
De acordo com a OPAS, entre os casos confirmados com informações disponíveis, 78% não estavam vacinados.
Apesar do aumento de casos em países das Américas, o Brasil segue livre da circulação endêmica do vírus, conforme reconhecimento da OPAS. Em 2025, foram confirmados 38 casos de sarampo no país, registrados no Distrito Federal (1) e em seis estados:
Do total, dez registros foram importados — contraídos no exterior —, 25 estiveram relacionados à importação e três tiveram fonte de infecção desconhecida. Em relação ao histórico vacinal, 94,7% das ocorrências envolveram pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida.
Segundo o Alerta Epidemiológico, a distribuição etária evidencia maior impacto em crianças menores de 5 anos, que concentraram 30,6% dos casos (11 registros). Pessoas entre 5 e 19 anos representaram 22,2% (8 casos), enquanto adultos com mais de 20 anos corresponderam a 50% (19 casos).
Diante do cenário, a OPAS/OMS “insta os Estados Membros a reforçarem, com caráter prioritário, as atividades de vigilância e vacinação de rotina e a garantirem uma resposta rápida e oportuna aos casos suspeitos”. Entre as recomendações estão:
O sarampo é uma doença infecciosa altamente transmissível. Os principais sintomas incluem febre alta (acima de 38,5 °C) e manchas vermelhas na pele, acompanhadas de tosse seca, conjuntivite, coriza e mal-estar intenso.
Conforme a OMS, a vacinação é a medida mais eficaz para prevenir o sarampo. No Brasil, a população de 12 meses a 59 anos têm indicação para vacinação. Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto devem iniciar ou completar a imunização conforme o Calendário Nacional de Vacinação.
O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente duas vacinas: a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e a tetraviral, que inclui também a varicela.
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Copiar o textoIniciativa prioriza crianças, adultos não vacinados e profissionais de saúde
Baixar áudioEntre os dias 2 e 8 de fevereiro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) vai intensificar a vacinação contra o sarampo e a febre amarela nas regiões da Grande São Paulo, Baixada Santista e Região Metropolitana de Campinas. A estratégia vai priorizar a aplicação da vacina tríplice viral, que inclui sarampo, caxumba e rubéola – entre crianças, jovens, adultos não vacinados e profissionais de saúde.
Já a aplicação da vacina contra a febre amarela deve respeitar os esquemas e intervalos recomendados para cada faixa etária e pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018, durante campanhas emergenciais.
O Dia D de vacinação será no dia 7 ou 8 de fevereiro. A medida terá como foco a ampliação da cobertura vacinal e a atualização da caderneta da população.
Em nota publicada pela Agência de Notícias do Governo do estado de SP, a coordenadora em Saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças da SES-SP, Regiane de Paula, destacou que a intensificação da vacinação é essencial para proteger a população e evitar a reintrodução de doenças controladas no país.
A SES-SP afirmou, em nota, que manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para a proteção individual e coletiva, além de contribuir para a redução do risco de surtos e epidemias. “A imunização também protege pessoas que não podem receber vacinas, como indivíduos imunocomprometidos ou com contraindicações clínicas”, diz um trecho da nota.
O município de São Paulo iniciou a estratégia de vacinação em 12 de janeiro. As outras localidades devem iniciar entre os dias 2 e 8 de fevereiro.
Confira os municípios contemplados com o reforço da vacinação nas regiões paulistas:
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização. Ou seja, o sarampo é prevenível por vacinação e a imunização contra a doença integra o Calendário Nacional de Vacinação.
Confira quem deve se vacinar contra sarampo:
Os sintomas de sarampo podem ser identificados a partir de manchas vermelha no corpo e febre alta (acima de 38,5°) acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas:
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda e imunoprevenível. A evolução do quadro é abrupta e possui gravidade variável, com elevada letalidade nas formas graves.
Confira quem deve se vacinar contra a febre amarela:
Em 2025, o estado de São Paulo registrou dois casos importados de sarampo. Já em relação à febre amarela, em 2025 foram confirmados 57 casos no estado, com 34 óbitos.
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Baixar áudioEstados e municípios da Região Sudeste seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.
Em 2025, a região registrou três casos de sarampo, dois no Rio de Janeiro e um em São Paulo, e classificados como importados ou relacionados à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”
Entre as famílias, a importância da vacinação também ganha destaque. Em Jundiaí, a moradora do bairro Portal do Paraíso II Tainy Locatelli, de 38 anos, leva o filho de 5 anos regularmente à Unidade Básica de Saúde para vacinar.
A mãe destaca a tranquilidade que a vacinação garante:
“Me sinto muito bem com relação à proteção que as vacinas [trazem] ali, do início da primeira idade. A proteção que isso traz para a criança. É realmente um conforto para os pais. É de extrema importância.”
Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.
O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
Pais e responsáveis da Região Sudeste: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioEstados e municípios da Região Nordeste seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.
Em 2025, a região registrou um caso de sarampo, no Maranhão, e classificado como importado ou relacionado à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”
Em Aracaju, no bairro Suíssa, a dentista Suzana Caroline Nascimento Oliveira, mãe de duas meninas de 9 e 5 anos, faz questão de manter as cadernetas de vacinação das filhas sempre atualizadas. Para ela, esse é um gesto essencial de proteção individual e coletiva.
“Acredito que as vacinas salvam vidas porque agem no nosso sistema imunológico, reconhecendo e combatendo vários vírus e bactérias, criando como se fosse uma memória imunológica, impedindo o desenvolvimento de doenças graves. Várias doenças já foram erradicadas por conta da vacinação.”
Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.
O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
Pais e responsáveis da Região Nordeste: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioEstados e municípios da Região Centro-Oeste seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.
Em 2025, a região registrou sete casos de sarampo, seis no Mato Grosso e um no Distrito Federal, e classificados como importados ou relacionados à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”
Em Goiânia, no Setor Coimbra, o engenheiro agrônomo Adriano Itacaramby também faz questão de manter a vacinação da filha em dia. Para ele, a vacinação é uma medida essencial de prevenção, apoiada nos avanços da medicina e no entendimento de que as vacinas salvam vidas.
"Levei minha filha para vacinar porque acho muito importante fazer a prevenção das doenças. Creio que a medicina avançou bastante e acho muito válido e muito importante e essencial vacinar."
Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.
O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
Pais e responsáveis da Região Centro-Oeste: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioEstados e municípios da Região Sul seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.
Em 2025, a região registrou um caso de sarampo, no Rio Grande do Sul e classificado como importado ou relacionado à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”
LOC.: Em Amaral-Ferrador, no Rio Grande do Sul, a rotina de vacinação faz parte da rotina das famílias. A Adriane Tavares-Fischer, mãe do Murilo e da Elisa, conta que manter a caderneta dos filhos atualizada é, para ela, um gesto de responsabilidade e amor.
“Ao garantir que todas as doses estejam em dia, estou protegendo meus filhos contra doenças que podem ser graves e até mesmo fatais. A vacinação me dá segurança e tranquilidade, porque estou fazendo tudo o que está ao meu alcance para que eles cresçam saudáveis. Além disso, a caderneta atualizada é uma forma de acompanhar o desenvolvimento da saúde deles, registrando todas as etapas importantes.”
Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.
O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
Pais e responsáveis da Região Sul: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioEstados e municípios da Região Norte seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
A tríplice viral, que protege contra o sarampo, é uma das prioridades. Apesar de o Brasil permanecer livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a necessidade de manter altas coberturas vacinais, especialmente em regiões onde os índices ainda são baixos.
Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos de sarampo, todos no Tocantins e classificados como importados ou relacionados à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”
Em Manaus, a vacinação faz parte da rotina da servidora pública Girlene Silva Medeiros Tayá, de 37 anos, moradora do bairro Parque 10 de Novembro. Mãe de uma menina de 6 anos e de um bebê de 2 meses, ela destaca a importância de manter os filhos protegidos.
"Levo meus filhos para vacinar porque desejo protegê-los das doenças. De forma geral, acredito que em maioria, quem me cerca, no caso no bairro onde moro, acredita sim na importância da vacinação para prevenir doenças. As vacinas passaram por longos estudos científicos para chegar onde estão hoje e serem oferecidas à população por meio do serviço de saúde."
Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.
O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
Pais e responsáveis da Região Norte: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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