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Baixar áudioA entrega da estrutura principal da Barragem do Arroio Jaguari, em São Gabriel (RS), nesta quarta-feira (1º), marcou um avanço histórico para a segurança hídrica das regiões da Campanha e Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A inauguração contou com a presença do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, do secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, do secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, e do governador do RS, Eduardo Leite. A obra amplia a oferta de água para o abastecimento humano, cria condições para o desenvolvimento da produção agropecuária na região e amplia o preparo para os períodos de estiagem.
Viabilizada por meio de uma parceria entre o Governo Federal e o Estado no âmbito do Novo PAC, a barragem consolida-se como um dos principais empreendimentos hídricos da região, fruto de um investimento total de R$ 240 milhões, com recursos do Governo Federal e do Estado, incluindo aportes no âmbito do Novo PAC. O reservatório permitirá o uso múltiplo da água, beneficiando diretamente cerca de 41 mil habitantes. “Essa barragem é mais uma obra entregue pelo governo do Brasil, liderado pelo presidente Lula, para garantir segurança hídrica à população, abastecimento humano, produção de alimentos e geração de emprego e renda”, afirmou o ministro Waldez Góes.
Com uma estrutura robusta, a barragem possui volume de armazenamento de 148 milhões de m³ e potencial para irrigar 67 mil hectares — área equivalente a 67 mil campos de futebol. O secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, ressaltou que o esforço integra um plano regional ainda maior. “Somados, os empreendimentos de Jaguari, Taquarembó e Arvorezinha representam quase R$ 700 milhões em investimentos para assegurar água às cidades e à agricultura irrigada”, pontuou. O governador Eduardo Leite celebrou a entrega da obra. “Essa barragem é resultado desse esforço coletivo e marca uma virada histórica para o desenvolvimento do nosso Estado”, observou.
Após a inauguração, a comitiva seguiu para o município de Bagé, onde realizou uma visita técnica à Barragem de Arvorezinha, que está em execução e também integra a carteira de obras hídricas federais no estado, junto com outras iniciativas como a Barragem Taquarembó. O empreendimento está sendo construído no arroio Piraizinho e terá capacidade de armazenamento de 18 milhões de metros cúbicos de água, com foco na regularização da vazão para o abastecimento humano e no reforço da segurança hídrica de Bagé, beneficiando cerca de 120 mil habitantes.
Durante visita ao município de Bagé, o ministro recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha em solenidade de condecoração realizada pelo Parlamento gaúcho. A honraria, considerada a mais alta distinção concedida pela Assembleia Legislativa do estado, reconhece a atuação de personalidades e instituições que se destacam por relevantes serviços prestados à sociedade.
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Baixar áudioOs 68 mil habitantes de Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, ganharam novos canais de televisão digital aberta e gratuita. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense inaugurou, na última terça-feira (24), a IFSul TV, emissora que passa a integrar a Rede Nacional de Comunicação Pública, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Com o início das transmissões, os moradores passam a receber sinal digital em alta definição, podendo assistir à programação da TV Brasil pelo canal 2.1, além dos conteúdos da Rede Legislativa, transmitidos pelo canal 9.
Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa reforça o empenho do Governo Federal em garantir comunicação de qualidade e dignidade para todos os brasileiros. “Muito importante para democratizar o acesso à comunicação, garantindo sim que todo mundo possa ter acesso à real informação, à informação correta, fidedigna. E é nesse papel que a gente está liderando o Ministério de Comunicações, com o propósito que garanta a política pública na ponta, para que as pessoas possam se inserir e se sentir valorizadas”, afirmou o ministro.
A emissora foi implantada por meio do Programa Brasil Digital, coordenado pelo Ministério das Comunicações, com investimento federal de R$ 430 mil em equipamentos e infraestrutura de transmissão.
“Levar televisão digital aberta e gratuita para mais cidades brasileiras é garantir que a população tenha acesso à informação, à educação e à cultura com qualidade. A chegada da IFSul TV a Venâncio Aires fortalece a comunicação pública e amplia oportunidades de conhecimento para toda a região”, concluiu Siqueira Filho.
O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. A iniciativa prevê a instalação e a doação de equipamentos transmissores e estações de televisão digital, em parceria com instituições públicas, como universidades, câmaras municipais e assembleias legislativas.
A ação leva para cidades que ainda não contavam com o serviço sinais digitais da Rede Legislativa (TV Câmara, TV Senado e emissoras das assembleias legislativas e câmaras municipais), dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (TV Brasil, Canal Educação, Canal Saúde e Canal Gov) e aos conteúdos locais dos parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública.
Além de ampliar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.
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Baixar áudio142 municípios do Rio Grande do Sul afirmam enfrentar falta de óleo diesel. O cenário de escassez ocorre em um contexto de pressão no mercado de combustíveis proveniente da guerra no Oriente Médio e já obrigou prefeitos a suspender obras e atividades dependentes de maquinário para racionalizar o combustível.
Serviços na área da saúde, como o abastecimento de ambulâncias para o transporte de pacientes, estão sendo priorizados, enquanto o transporte escolar e a coleta de lixo em diversas cidades são revistos. Caso o cenário se mantenha, outros serviços essenciais também podem ser afetados.
O questionário da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) foi respondido por mais de 300 prefeituras. “Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços. Precisamos de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal”, alertou a presidente da Famurs e prefeita de Nonoai (RS), Adriane Perin de Oliveira.
O diesel brasileiro é comercializado com o preço 74% mais barato que o praticado no exterior. Cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), indicam que essa defasagem equivale a R$ 2,68.
Quem define o preço do combustível cobrado pelas refinarias das distribuidoras é a Petrobras. Para a Abicom, apesar da estratégia ser inicialmente benéfica ao consumidor, que encontra combustíveis mais baratos no mercado interno, a situação desincentiva a produção e o refino em solo nacional, o que leva à redução da oferta dos produtos e amplia o risco de desabastecimento. A tendência é que as localidades mais afastadas de grandes centros de distribuição sejam as mais impactadas.
O último aumento anunciado pela estatal brasileira sobre o diesel foi no dia 14 de março. O reajuste de R$ 0,38 por litro aconteceu um dia após o governo federal divulgar a isenção do PIS-Cofins sobre o combustível, além de um subsídio para produtores e importadores nacionais e ações de fiscalização para garantir a efetividade das medidas. A expectativa é de uma redução de R$ 0,64 por litro de diesel.
O preço dos combustíveis no Brasil está em alta pela terceira semana consecutiva, conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Desde que a guerra começou, a alta foi de 20,4% para o diesel e de 5,9% para a gasolina. O preço médio do litro do diesel no Brasil saiu de R$ 6,03 na semana até 28 de fevereiro, dia em que Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, para R$ 7,26 na última semana, encerrada no último sábado (21).
O conflito jogou pressão sobre os estoques existentes no país e sobre a Petrobras, principal fornecedora do mercado interno. A agência informa que o volume de combustíveis importado caiu quase 60% na primeira quinzena de março deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Cerca de 30% do diesel consumido no país e 10% da gasolina vêm de fora.
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Baixar áudioA onda de calor que atua sobre partes do Sul do Brasil até este sábado (7) deve impactar as lavouras e a pecuária da região. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a manutenção de temperaturas elevadas por vários dias consecutivos pode provocar estresse térmico e hídrico, especialmente em áreas com déficit de umidade no solo.
De acordo com o alerta, as temperaturas podem ficar até 5 ºC acima da média nas seguintes mesorregiões:
Paraná:
Santa Catarina:
Rio Grande do Sul:
Nas lavouras, a soja em fase vegetativa pode apresentar envelhecimento precoce das folhas inferiores, em razão da falta de chuva e das altas temperaturas. Em diversas áreas, culturas como milho, soja, feijão e arroz irrigado estão em fases críticas de florescimento e enchimento de grãos, o que eleva o risco de falhas na formação dos grãos e de redução na produtividade.
Na pecuária, a perda de umidade do solo compromete a qualidade das pastagens e limita o rebrote. Diante desse cenário, a recomendação é evitar o sobrepastejo, para reduzir a perda de peso dos animais. Além disso, o calor intenso afeta o bem-estar do rebanho, diminui o consumo alimentar dos bovinos e prejudica o ganho de peso, tornando essenciais medidas de manejo como oferta de sombra e acesso contínuo à água.
Segundo o Inmet, apesar de uma leve diminuição das temperaturas no fim de semana, a tendência ao longo da próxima semana é de novo aumento térmico em praticamente toda a Região Sul.
Em relação ao armazenamento de água no solo, a previsão indica queda moderada nos níveis de umidade no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com restrição hídrica mais intensa no extremo sul gaúcho, onde os percentuais devem ficar abaixo de 20%.
Esse cenário de baixa disponibilidade hídrica, associado à persistência do calor por vários dias consecutivos, pode agravar o déficit de água no solo e reduzir a capacidade dos sistemas produtivos de suportar o estresse térmico, ampliando os impactos sobre as atividades agropecuárias nessas áreas.
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Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Rio Grande do Sul recebeu 3.050 computadores em 250 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 3.895 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoPrograma Brasil Antenado aumenta o alcance de sinal terrestre em 4 municípios do estado
Baixar áudioO programa Brasil Antenado – iniciativa do Ministério das Comunicações e da Anatel com a execução pela Entidade Administradora da Faixa (EAF) – proporciona a ampliação do alcance da televisão aberta e gratuita em todo país, principalmente em regiões em que o sinal é insuficiente ou inexistente. A ação agora atenderá famílias do Rio Grande do Sul, que podem agendar o atendimento até o dia 13 de junho de 2026.
Voltado às famílias inscritas no CadÚnico dos 4 municípios contemplados, o programa inclui o fornecimento e instalação gratuita da antena parabólica digital. O kit funciona mesmo em televisores antigos, o que facilita a adesão em comunidades rurais e de baixa renda.
Entre os municípios contemplados estão:
“A iniciativa garante que moradores do Rio Grande do Sul que antes não tinham acesso à TV digital passem a contar, de forma gratuita, com cultura, entretenimento e informação de qualidade, com mais de 100 canais disponíveis. É uma política pública que beneficia diretamente brasileiros e brasileiras em cidades onde há pouca ou nenhuma oferta de sinal de TV terrestre”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Viabilizado pela Portaria MCom nº 17.337, a ação busca assegurar o acesso à informação como direito fundamental, reduzindo desigualdades e integrando regiões historicamente desconectadas. O programa:
A Entidade Administradora da Faixa (EAF), instituição sem fins lucrativos vinculada à Anatel e ao Ministério das Comunicações, é responsável pela limpeza da faixa de 3,5 GHz – essencial ao 5G –, pela execução dos programas Siga Antenado e Brasil Antenado, pela implantação de infovias na Amazônia e pelo desenvolvimento de redes privativas de comunicação para o Governo Federal.
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Baixar áudioO Governo Federal anunciou, nesta quarta-feira, (26) a liberação de mais R$ 3,3 bilhões para a realização de obras de reconstrução do Rio Grande do Sul, afetado por enchentes ocorridas em maio de 2024. Foram assegurados mais R$ 203,8 milhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para garantir a continuidade das obras em andamento e novos projetos. O valor foi anunciado durante cerimônia com o presidente Lula no Palácio do Planalto.
O presidente Lula agradeceu a presença dos prefeitos no evento, enquanto o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, ressaltou a atuação do MIDR. “Esse número significa que ouvimos as pessoas, cada município, cada comunidade, cada prefeito, e transformamos suas necessidades em 1.518 planos de trabalho aprovados”, afirmou. Os planos - de assistência humanitária, restabelecimento e reconstrução - foram aprovados pela Defesa Civil Nacional para 274 municípios gaúchos, somando R$ 1,5 bilhão. O recurso foi destinado a construção de 730 pontes, 118 obras de drenagem e contenção e 570 obras de estradas e pavimentação.
Dos R$ 203,8 milhões, R$ 70,9 milhões são vinculados a novos planos de trabalho aprovados para a reconstrução de pontes, vias, bueiros, ciclovias e contenções em municípios como Gramado, São João do Polêsine, Maratá, Jaguari, Putinga, Relvado, Faxinal do Soturno, Imigrante, Candelária, Mata, Cerro Grande do Sul, Amaral Ferrador, Bom Princípio, Caçapava do Sul, Encruzilhada do Sul, Cacequi, Maquiné, Farroupilha, Ibirapuitã, Canudos do Vale, Barros Cassal, Mostardas, Sobradinho, Segredo, Colinas, Ibiaçá, Sananduva, Sinimbu e Capão do Cipó.
“Eu falo do Rio Grande do Sul com profundo respeito. A força e a resiliência desse estado inspiram. A memória da tragédia ainda é viva, mas a coragem do povo gaúcho, que presenciei com tanta intensidade ao longo de 2024, ao lado dos colegas do Governo Federal, voluntários, empreendedores e servidores, é a força que nos move para seguir em frente”, acrescentou Waldez.
Para apoiar a população atingida pelo desastre, o Governo Federal criou o Auxílio Reconstrução. O benefício garantiu às famílias gaúchas desalojadas ou desabrigadas o direito a R$ 5,1 mil, pago em parcela única, para ajudar na recuperação de bens perdidos nas enchentes. Ao todo, 430 mil famílias foram beneficiadas, totalizando R$ 2,2 bilhões.
“O presidente Lula inovou e criou o Auxílio Reconstrução. O benefício foi um abraço do Brasil em cada gaúcho. Foi um dinheiro destinado ao pai de família poder comprar o que a enchente levou, para a mãe dar o mínimo de conforto aos seus filhos”, disse o ministro.
No evento, o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, destacou a atuação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional. “Ainda não tínhamos presenciado um desastre desse tamanho e, apesar do número pequeno de servidores, tivemos uma atuação bastante importante. Todo mundo se desdobrou, essa entrega absoluta faz parte da vida dos profissionais de defesa civil”, declarou.
Na cerimônia, o MIDR também destacou um novo aporte de R$ 5,57 milhões para o município de Imigrante. Os recursos serão destinados à reconstrução da ponte sobre Arroio da Seca, curso d'água que corta a cidade, e da via estadual VRS-863, incluindo serviços de limpeza, drenagem, pavimentação, ciclovia e sinalização. O prefeito Germano Stevens participou da cerimônia e assinou o documento que garante a liberação do valor.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) já destinou R$ 9,3 milhões para ações de reconstrução e restabelecimento em Imigrante. Em junho deste ano, com apoio da Sedec, foram entregues nove pontes e duas passarelas.
O ministro Waldez Góes também destacou o investimento de R$ 45,9 milhões para o mapeamento topográfico completo e aerofotogramétrico em 186 municípios gaúchos da Região Hidrográfica do Guaíba e Lagoa dos Patos para melhorar as ações de prevenção e mitigação nas cheias.
O trabalho inclui aerofotogrametria (mapeamento aéreo), perfilamento laser (LIDAR 3D), topografia (relevo terrestre), geodésia (medição terrestre) e geração de modelos digitais (MDS e MDT), além de ortoimagens de satélites atualizadas.
Na cerimônia, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que a atuação do Governo Federal no Rio Grande do Sul servirá de exemplo. “Temos uma nova referência de como o Governo Federal deve acolher e tratar os desastres ocorridos no território nacional. Nunca antes na história deste País, o governo acolheu tão rápido e com o volume de recursos que foram aportados para o Rio Grande do Sul. Não só em termos de volume, mas no tempo de resposta, de análise dos pedidos e liberação dos recursos, é disparada a melhor e mais rápida execução”, disse.
Da mesma forma, o deputado Paulo Pimenta, que chefiou a Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul em 2024, enalteceu a agilidade do governo Lula. “É verdade que ainda tem muita coisa para ser feita, mas também é verdade que jamais foi feito tanto em tão pouco tempo”, observou Pimenta.
O ministro das Cidades, Jader Filho, também reforçou o compromisso do Governo Federal. “Este governo compreende a necessidade de levar infraestrutura para proteger as nossas cidades dos eventos climáticos”, afirmou.
A prefeita do município de Estrela, Carine Schwingel, estava na cerimônia e lembrou dos momentos de desespero que enfrentou ao ver a cidade destruída. “Um filme passa na nossa cabeça. Estrela é um município de 35 mil habitantes, onde 1,5 mil famílias perderam suas casas. Três bairros ficaram totalmente destruídos. Agradeço pelos inúmeros investimentos que temos recebido, não só para habitação, mas, também, para educação, saúde e infraestrutura”, ressaltou.
Moradora de Eldorado do Sul, a gaúcha Elga Gomes de Lima foi uma das vítimas das enchentes do ano passado. No evento, ela contou um pouco da sua história e agradeceu o recebimento de uma casa para morar com a família. “Nós perdemos tudo. A nossa história revela a pura realidade enfrentada por tantas famílias. Hoje, agradeço a oportunidade de poder reconstruir minha vida e ter meu próprio lar novamente. Vocês não imaginam a felicidade que é poder sonhar outra vez com a casa própria”, comemorou.
Copiar o textoSerão disponibilizados mais de R$ 55 milhões para setor cultural gaúcho
Baixar áudioO estado do Rio Grande do Sul começou a receber os repasses do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. O Ministério da Cultura deu início neste mês ao pagamento no valor de 55 milhões de reais.
E já na última segunda-feira, dia 20, o estado anunciou o lançamento de sete editais, com inscrições abertas até 20 de janeiro de 2026.
O Rio Grande do Sul foi a única unidade federativa em que 100% dos municípios aderiram ao segundo ciclo da Política Aldir Blanc.
De acordo com calendário definido pelo MinC, a primeira parcela será paga durante o mês de outubro a todos os estados que executaram pelo menos 60% do recurso recebido anteriormente e tiveram seus Planos de Aplicação dos Recursos habilitados.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, este ciclo é um passo essencial na consolidação de uma política pública contínua para o setor cultural em todo o Brasil.
“Essa lei que é uma lei revolucionária, uma conquista do setor cultural brasileiro e que vai continuar irrigando esse nosso sistema, Sistema Nacional de Cultura, para que todas as cidades e os municípios brasileiros tenham aí esse aporte, esse suporte para fazer ações de cultura”.
A ministra afirma que, para ser efetiva, a Aldir Blanc depende de uma articulação entre governo federal, estados e municípios. É o modelo de gestão compartilhada que garante que os recursos cheguem aos fazedores de cultura em todo o país de forma mais justa e eficaz. Por isso, faz uma convocação aos secretários de Cultura estaduais e distrital: “Vamos começar a incentivar o pessoal a se preparar, porque vem aí a lei Aldir Blanc, mais uma vez, fazendo a cultura acontecer em todo o Brasil.”
Os valores destinados a cada unidade federativa podem ser conferidos no site do Ministério da Cultura.
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Baixar áudioAtenção, moradores de Porto Alegre e municípios da região metropolitana. As Unidades de Saúde estão mobilizadas na vacinação contra a gripe. Na capital, todas unidades disponibilizam as doses do imunizante, especialmente para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
A meta é atingir 90% do público prioritário do Calendário Nacional de Vacinação, que inclui crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, e idosos com 60 anos e mais. Para os outros grupos serão contabilizadas as doses aplicadas.
A vacina está liberada para toda a população de acordo com a disponibilidade em cada cidade.
Os gestores de saúde alertam para a importância da imunização. Isso porque a influenza segue predominando nos estados brasileiros e representa risco para as pessoas não vacinadas. Entre janeiro e 21 de junho (SE 25), foram registrados no Rio Grande do Sul 1,4 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda por influenza e 200 óbitos.
E para garantir proteção ampla é preciso aumentar as coberturas vacinais. Neste ano, o índice de vacinação de gestantes, crianças e idosos na capital está em 55%.
Por isso, procurar uma unidade básica de saúde para a vacinação é fundamental. É o que ressalta o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
"O Sistema Único de Saúde (SUS) tem uma grande capilaridade no território. Então, temos mais de 35 mil salas de vacina e a maioria delas está nos postos de saúde – no 'postinho' mais perto de casa – nas Unidades Básicas de Saúde. Então, a população pode se vacinar no posto, na unidade de saúde mais próxima da sua casa. Normalmente, o SUS garante as vacinas de rotina presentes nessas unidades de saúde e as pessoas podem atualizar a sua caderneta."
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina trivalente usada este ano protege contra os vírus H1N1, H3N2 e tipo B, os mais comuns neste período. É capaz de evitar entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos.
Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto. Garanta a sua proteção!
Para mais informações, acesse www.gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioA influenza continua predominando em grande parte dos estados brasileiros. O alerta é do Ministério da Saúde. Por isso, as Unidades de Saúde dos municípios do Rio Grande do Sul estão mobilizadas para reforçar a vacinação contra a gripe. No estado gaúcho, 5,3 milhões de pessoas fazem parte do público prioritário.
A partir de agora, a vacina contra o vírus Influenza faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e será oferecida para os grupos prioritários durante todo ano. Em 2025, o Ministério da Saúde adquiriu 73 milhões e 600 mil doses, que serão distribuídas em todo o país.
E os dados reforçam a importância da vacinação: entre janeiro e 21 de junho (SE 25), foram registrados no estado MIL E QUATROCENTOS casos de Síndrome Respiratória Aguda por influenza e 200 óbitos.
Gripe: vacinação segue em Porto Alegre (RS) para aumentar adesão do público prioritário
O Ministério da Saúde destaca que a vacina da gripe evita de 60% a 70% dos casos graves e mortes. O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, explica mais:
“A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. Apesar de não ter uma eficácia de 100% para proteger contra a infecção, ela diminui o risco de se infectar. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Então por isso ela é importante, ela acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.”
A meta é atingir 90% do público prioritário do Calendário Nacional de Vacinação, que inclui crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, e idosos com 60 anos e mais. Para os outros grupos serão contabilizadas as doses aplicadas.
O objetivo é ampliar a cobertura vacinal no país. Segundo Gatti, desde 2023 o Brasil começou a reverter a tendência de queda na vacinação. A vacina está liberada para toda a população de acordo com a disponibilidade em cada cidade.
“De lá para cá, temos várias ações que permitiram melhorar as coberturas vacinais, como, por exemplo, a promoção do microplanejamento e a vacinação em escolas, o monitoramento de estratégias de vacinação, entre outras ações que permitiram que os municípios melhorassem o seu desempenho na vacinação e também protegessem a sua população contra as doenças que são evitáveis com vacinas.”
Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto. Garanta a sua proteção!
Para mais informações, acesse www.gov.br/vacinacao.
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