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Baixar áudioNos últimos três anos, mais 19 localidades rurais do Amapá passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.
A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.
Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:
“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro.
A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país.
A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023.
Veja a distribuição das localidades atendidas por região:
Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal.
A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas.
Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.
O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações.
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Baixar áudioNos últimos três anos, mais oito localidades rurais em Rondônia passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.
A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.
Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:
“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro.
A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país.
A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023.
Veja a distribuição das localidades atendidas por região:
Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal.
A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas.
Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.
O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações.
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Baixar áudioNos últimos três anos, mais oito localidades rurais em Roraima passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.
A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.
Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:
“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro.
A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país.
A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023.
Veja a distribuição das localidades atendidas por região:
Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal.
A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas.
Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.
O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações.
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Baixar áudioNos últimos três anos, mais 49 localidades rurais do Amazonas passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.
A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.
Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:
“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro.
A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país.
A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023.
Veja a distribuição das localidades atendidas por região:
Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal.
A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas.
Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.
O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações.
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Baixar áudioNos últimos três anos, mais quatro localidades rurais do Acre passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.
A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.
Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:
“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro.
A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país.
A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023.
Veja a distribuição das localidades atendidas por região:
Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal.
A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas.
Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.
O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações.
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Baixar áudioSondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 97% das indústrias brasileiras seriam impactadas por uma eventual redução da jornada de trabalho. Além disso, 73% dos empresários do setor são contrários à adoção da medida por lei.
Entre as principais preocupações apontadas pelas empresas estão o aumento dos custos, a perda de competitividade e a redução da capacidade produtiva.
Segundo a pesquisa, a jornada semanal de 44 horas é praticada por 85% das indústrias. Outras 12% adotam jornadas entre 40 e 44 horas, enquanto apenas 2% operam com jornadas de 36 a 40 horas. O restante (1%) utiliza outros modelos para os trabalhadores diretamente envolvidos na produção.
Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, esses dados mostram que uma eventual mudança na legislação teria efeitos significativos sobre a organização das cadeias produtivas, com reflexos para toda a economia.
“Esses custos tendem a se espalhar pela cadeia produtiva, afetando fornecedores, investimentos e a competitividade das empresas. E perda de competitividade significa menor capacidade de disputar mercados, produzir e crescer, o que vai se refletir na economia do país e na vida do consumidor", alerta.
A sondagem também investigou a percepção dos industriais sobre propostas em discussão no Congresso Nacional. Os resultados mostram ampla resistência às mudanças.
O levantamento também destaca o papel da negociação coletiva na definição da jornada de trabalho. Em 37% das empresas, a duração da jornada semanal é estabelecida por acordos entre empregadores e trabalhadores. Esse percentual chega a 40% nas médias empresas e a 39% nas grandes.
Segundo a pesquisa, 62% das indústrias avaliam que a redução da jornada ou a proibição da escala 6x1 podem comprometer benefícios previstos nesses acordos coletivos. Apenas 20% discordam total ou parcialmente dessa avaliação, enquanto os demais adotam posição neutra.
Ricardo Alban defende que a discussão sobre a redução da jornada e o fim da escala 6x1 seja conduzida com profundidade, responsabilidade e com base em dados técnicos, para que eventuais mudanças gerem benefícios para trabalhadores, empresas e para o país.
“Todo o setor produtivo também tem interesse que isso seja uma conquista. Também tem interesse que o nosso trabalhador possa ter mais tempo, até mesmo para consumir. Mais tempo para a sua família, mais tempo para o seu lazer, mais tempo para a sua cultura”, afirma.
O presidente da CNI ressalta que o debate deve considerar o atual cenário econômico e geopolítico para evitar efeitos adversos sobre a atividade produtiva.
“Não estamos nas mesmas variáveis que existiam quando foi reduzido de 48 horas para 44. As variáveis econômicas e a conjuntura geopolítica são outras. Então nós temos que trabalhar com responsabilidade para que essa conquista aconteça da forma certa, no tempo certo”, pondera.
Segundo Alban, a CNI tem levado a visão da indústria aos diferentes fóruns de debate e diálogo sobre o tema.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta segunda-feira, 03 de julho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de setembro e outubro.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoO Ministério de Minas e Energia lançou oficialmente, no dia 2 de julho, o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), instrumento de planejamento estratégico de longo prazo que, segundo o governo, retoma, após 15 anos de lacuna, a tarefa de organizar a política mineral brasileira com visão de futuro, metas mensuráveis e compromissos de sustentabilidade. O evento marcou também o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável, documento complementar que estabelece diretrizes de boas práticas para o setor público e privado. Juntos, os dois instrumentos sinalizam uma inflexão na forma como o Estado brasileiro pretende conduzir uma atividade que, em 2024, foi responsável por 20% do valor total das exportações nacionais e por 33% do saldo comercial positivo do país.
Antes de entrar nos detalhes do plano, é preciso compreender o tamanho do território que ele pretende mapear. O setor mineral brasileiro responde hoje por 3,3% do Produto Interno Bruto, gera mais de 800 mil empregos diretos e cerca de 3 milhões de postos de trabalho em toda a cadeia de valor. No ano passado, produziu mais de R$ 100 bilhões em receitas públicas, dos quais quase R$ 8 bilhões apenas de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a CFEM. O país detém reservas que o colocam em posição de destaque no ranking mundial: é o primeiro em nióbio, o segundo em terras raras e grafita, e o terceiro em ferro, manganês e estanho.
A secretária de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Ana Paula Bittencourt, foi direta ao sublinhar a invisibilidade paradoxal do setor diante de sua relevância concreta. "É um setor que está onde muitas vezes a gente não consegue enxergar e que tem uma contribuição muito ativa e muito relevante para a construção das nossas políticas públicas, seja como insumo diretamente, seja como fonte de recursos para despesas e bens públicos", afirmou.
O cenário externo amplifica essa importância. A corrida global por minerais críticos — lítio, cobalto, terras raras, grafita, cobre, níquel — intensificada pela transição energética, pela digitalização da economia e pela necessidade de reindustrialização de grandes potências, coloca o Brasil em posição privilegiada e, ao mesmo tempo, diante de uma janela que pode se fechar se não houver ação coordenada. Minerais como ferro, cobre, lítio, níquel, grafita, terras raras, fosfato e potássio são identificados no plano como essenciais para infraestrutura, segurança alimentar, defesa nacional e produção de tecnologias limpas.
O Plano Nacional de Mineração 2050 integra o sistema permanente de planejamento da política mineral brasileira, instituído pelo Decreto nº 11.108/2022, com diretrizes estabelecidas pela Resolução CNPM nº 5/2025. Sua arquitetura repousa sobre quatro pilares estruturais: sustentabilidade e valor social; segurança do suprimento mineral e aproveitamento responsável; agregação de valor e competitividade; e governança e integridade. A partir desses eixos, o plano organiza cinco objetivos estratégicos, identifica 32 desafios e define 75 diretrizes de política pública.
Os cinco objetivos estratégicos são: consolidar a mineração brasileira como sustentável e inclusiva; ampliar o conhecimento geológico e o aproveitamento dos recursos minerais; promover a agregação de valor e o adensamento produtivo; fortalecer a governança, a integridade e a transparência na mineração; e assegurar a soberania nacional e a segurança do suprimento mineral.
O instrumento, no entanto, não foi concebido como um documento estático. Sua mecânica prevê que as diretrizes do PNM 2050 sejam sucessivamente densificadas por Planos de Metas e Ações, com janelas de revisão a cada quatro anos. "O horizonte do PNM, que é o horizonte de 2050, não tem a pretensão de ser um horizonte estático", explicou Ana Paula. "O PNA necessariamente vai ser revisitado periodicamente e vai ser melhor densificado com metas e ações num outro instrumento que virá posteriormente e que tem uma janela menor, para ser revisitado."
Essa arquitetura busca, segundo a secretária, garantir que o planejamento permaneça responsivo às transformações aceleradas que têm afetado o setor mineral global. "É assim que buscamos oxigenar esse instrumento de longo prazo e dinamizar, fazer com que o nosso planejamento esteja sempre conversando com esses fatores que a gente tem visto que têm afetado cada vez mais o setor mineral brasileiro."
O PNM 2050 é ambicioso ao estabelecer um conjunto de metas quantitativas que permitem medir o avanço do setor ao longo das próximas décadas.
Em empregos, a projeção é chegar a 1,4 milhão de postos diretos até 2050, um acréscimo de 400 mil vagas em relação ao patamar atual. Na participação do setor no PIB, a meta é saltar de 3,3% para 4,5%. A indústria de transformação mineral, hoje responsável por 51,5% do PIB setorial, deverá alcançar 65%, sinalizando uma aposta clara no adensamento produtivo e na agregação de valor — em vez da simples exportação de minério bruto.
No campo do conhecimento geológico, o plano prevê avançar de 28% para 52% no mapeamento do território em escala 1:100.000, um crescimento de 24 pontos percentuais que ampliará a base de dados para novas pesquisas e investimentos. Os recursos anuais destinados à pesquisa mineral deverão crescer de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,7 bilhões.
Outro indicador sensível para o ambiente de negócios é o tempo médio de análise de processos minerários. O plano estabelece reduzir esse prazo de 1.563 dias para 780 dias — uma melhoria que, na prática, significa desobstruir um dos principais gargalos regulatórios do setor.
Na dimensão geopolítica, a participação do Brasil na produção mundial de minerais críticos deverá subir de 8,3% para 12,2%. E em segurança alimentar, a meta é reduzir a dependência externa de fertilizantes fosfatados e potássicos de 87,3% para 34,9% — uma das metas com maior impacto na soberania produtiva do país, dado que o Brasil é o maior consumidor mundial de fertilizantes e importa a maior parte do que utiliza.
Para João Marcos Pires Camargo, diretor do Departamento de Planejamento e Política Mineral e responsável pela coordenação técnica do plano, a iniciativa parte de uma pergunta fundamental: por que planejar? A resposta, segundo ele, vai além do comando constitucional que obriga o Estado brasileiro ao planejamento. Trata-se de conferir racionalidade e continuidade à ação pública num setor em que os ciclos de investimento são longos, os riscos são elevados e a incerteza regulatória é um fator de expulsão de capital.
Bittencourt reforçou esse argumento ao posicionar o PNM 2050 como um sinal explícito para o mercado. "Os investimentos vão migrar para onde a gente tem determinados elementos. Entre eles, a gente precisa ter a geologia — o Serviço Geológico bem sabe disso. Mas nós também precisamos de previsibilidade. E o grande diferencial que buscamos trazer aqui é a responsabilidade. Então nós temos geologia, nós precisamos trazer previsibilidade para esse capital investidor, e nós precisamos sinalizar que a forma com que isso vai ser feito aqui é muito importante. É premissa da qual o Estado brasileiro não abre mão."
A combinação de território vasto, diversidade geológica, tradição minerária e ambiente regulatório estável é identificada no plano como um diferencial competitivo que o Brasil precisa saber explorar. "A gente acredita que o Brasil e as nossas estruturas institucionais têm um diferencial, inclusive competitivo", disse a secretária.
Paralelo ao PNM 2050, o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável revela a preocupação do governo em não dissociar crescimento econômico de responsabilidade socioambiental. O documento está estruturado em três eixos: ambiental, voltado à proteção dos recursos naturais e à preservação da biodiversidade; social, que coloca as comunidades no centro do processo; e de governança, focado em transparência e ética.
O referencial se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU e aos compromissos assumidos na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que estabelece direitos dos povos indígenas e tribais. Há também um capítulo dedicado à mineração artesanal e de pequena escala — um reconhecimento explícito de que o setor mineral brasileiro não é monolítico e que uma política pública eficaz precisa alcançar realidades muito distintas.
Bittencourt destacou o desafio de construir um instrumento de sustentabilidade que não fosse exclusivo para grandes operações. "Esse foi um grande desafio para nossa equipe: não buscar fazer um instrumento que fosse uma referência de sustentabilidade que pudesse ser aplicado só para mineração de grande porte. Nós gastamos muita energia em buscar fazer um instrumento que pudesse ser utilizado, que conversasse com as necessidades desse setor, que tem realidades tão distintas."
A secretária também fez questão de sublinhar que a sustentabilidade não foi tratada como elemento decorativo, mas como condição estrutural dos documentos. "Isso foi uma premissa básica do nosso trabalho desde o início de tudo e está permeando esses documentos."
O PNM 2050 foi elaborado a partir de processo de construção colaborativa que envolveu especialistas, instituições públicas, academia, setor produtivo e sociedade civil. O evento de lançamento contou com participantes presenciais e mais de 50 pessoas acompanhando remotamente, o que ilustra o alcance do interesse em torno do tema.
A secretária fez questão de reconhecer publicamente as equipes que construíram os documentos. Citou nomeadamente o Departamento de Planejamento e Política Mineral, o DPPM, sob coordenação de João Marcos Pires Camargo, e o Departamento de Transformação e Cadeia de Minerais, o DTCM. "O que eu posso dizer para vocês é que realmente foi feito — esses documentos foram feitos com espírito público muito grande, um desejo de fazer com que a mineração brasileira realmente seja feita de uma maneira diferente", afirmou Bittencourt.
Olhando em conjunto, o PNM 2050 e o Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável representam mais do que instrumentos de gestão pública. Eles constituem uma declaração de posicionamento estratégico do Brasil diante de uma disputa global que já está em curso — e que se intensificará nas próximas décadas.
A transição energética, a eletrificação da mobilidade, a descarbonização da indústria e a digitalização da economia demandam quantidades crescentes de minerais que o Brasil possui em abundância. Países e blocos econômicos correm para garantir cadeias de suprimento resilientes. O Brasil, até agora, exportava em grande medida minério bruto e importava o produto industrializado — uma equação que o plano explicitamente pretende reverter ao elevar a participação da indústria de transformação de 51,5% para 65% do PIB setorial.
O desafio não é pequeno. Quinze anos sem planejamento setorial de longo prazo deixaram lacunas no mapeamento geológico, gargalos regulatórios que chegam a mais de quatro anos de espera na análise de processos e uma dependência externa em fertilizantes que compromete a soberania alimentar. O plano reconhece esses problemas e os converte em metas concretas.
Se as diretrizes se traduzirem em entregas reais nos sucessivos Planos de Metas e Ações, o Brasil poderá chegar a 2050 como protagonista no mercado global de minerais críticos, com uma indústria mais sofisticada, um ambiente regulatório mais ágil e um setor capaz de gerar riqueza sem renunciar à responsabilidade socioambiental. Se ficarem no papel, o país terá perdido mais uma janela histórica. O plano está lançado. O teste começa agora. O que se espera é que não vire “letra morta”, como ocorreu com outros planos. (Francisco Alves) .
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Baixar áudioNos últimos três anos, as 43 localidades rurais da Bahia passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.
A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.
Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:
“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro.
A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país.
A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023.
Veja a distribuição das localidades atendidas por região:
Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal.
A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas.
Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.
O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações.
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Baixar áudioA produtividade é o principal ganho percebido pelas pequenas e médias empresas brasileiras que utilizam ou pretendem adotar inteligência artificial. É o que mostra uma pesquisa da Serasa Experian, segundo a qual 58,7% dos empreendedores apontam esse como o maior benefício proporcionado pela tecnologia.
Além do aumento da produtividade, a automação de tarefas aparece em segundo lugar entre as principais vantagens da IA, citada por 35,9% dos entrevistados. Na sequência estão a redução de custos, com 34,2%, a melhoria no atendimento ao cliente, mencionada por 27,1%, o apoio à análise de dados, com 23,7%, e o aumento das vendas, apontado por 20,1% das empresas.
Apesar dos resultados positivos, o levantamento mostra que a adoção da inteligência artificial ainda enfrenta obstáculos importantes. A principal dificuldade é a falta de conhecimento sobre as soluções disponíveis, apontada por 41,3% dos entrevistados. Outros desafios incluem a ausência de profissionais capacitados para implementar e operar a tecnologia, preocupação com segurança e privacidade de dados, custos de implantação, falta de tempo para implementação e dificuldade de adaptar a IA à realidade do negócio.
A pesquisa também identificou que 38,8% das PMEs afirmam não ter interesse em utilizar inteligência artificial, enquanto 22% dizem não conhecer aplicações que façam sentido para seus empreendimentos. Segundo a Serasa Experian, o cenário indica que ainda existe espaço para ampliar o conhecimento sobre os usos práticos da IA, especialmente em áreas como gestão financeira, organização de processos e apoio à tomada de decisões.
O estudo ouviu 1.565 pequenas e médias empresas de todo o país entre maio e junho de 2026. As perguntas sobre benefícios e desafios da inteligência artificial foram respondidas apenas por empresas que já utilizam a tecnologia ou demonstraram interesse em adotá-la.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve redução de 0,76% nesta sexta-feira (3). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 332,75.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 332,75 | -0,76% | -1,09% | 63,87 |
| 01/07/2026 | 335,30 | -0,33% | -0,33% | 64,37 |
| 30/06/2026 | 336,40 | -0,66% | -3,80% | 65,08 |
| 29/06/2026 | 338,65 | 0,00% | -3,16% | 65,49 |
| 26/06/2026 | 338,65 | -0,40% | -3,16% | 65,49 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,20, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,20.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 7,20 | 0,00% | -0,83% |
| 01/07/2026 | 7,20 | -0,83% | -0,83% |
| 30/06/2026 | 7,26 | -0,41% | 3,27% |
| 29/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 26/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 7,20 | 0,00% | -0,83% |
| 01/07/2026 | 7,20 | -0,83% | -0,83% |
| 30/06/2026 | 7,26 | -0,41% | 2,98% |
| 29/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 26/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,53.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra elevação nos preços em algumas praças. Em Minas Gerais, o preço permanece estável, o animal é comercializado a R$ 5,89.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 8,53 | 0,00% | 0,12% |
| 01/07/2026 | 8,53 | 0,12% | 0,12% |
| 30/06/2026 | 8,52 | -0,47% | -1,27% |
| 29/06/2026 | 8,56 | -0,47% | -0,81% |
| 26/06/2026 | 8,60 | 0,00% | -0,35% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | MG - posto | 5,89 | 0,00% | 0,34% |
| 02/07/2026 | PR - a retirar | 4,72 | 1,29% | 1,94% |
| 02/07/2026 | RS - a retirar | 5,03 | 0,00% | -0,40% |
| 02/07/2026 | SC - a retirar | 5,01 | -0,60% | -0,79% |
| 02/07/2026 | SP - posto | 5,28 | 0,38% | 0,00% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (3) com queda de 0,53%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.656,79 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 1,66%, sendo comercializado a R$ 1.089,06.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 1.656,79 | -0,53% | 4,95% | 318,00 |
| 01/07/2026 | 1.665,59 | 5,50% | 5,50% | 319,75 |
| 30/06/2026 | 1.578,69 | 4,26% | 1,48% | 305,42 |
| 29/06/2026 | 1.514,13 | -0,19% | -2,67% | 292,98 |
| 26/06/2026 | 1.517,04 | -0,91% | -2,48% | 293,37 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 1.089,06 | 1,66% | 2,57% | 209,03 |
| 01/07/2026 | 1.071,24 | 0,89% | 0,89% | 205,65 |
| 30/06/2026 | 1.061,81 | 4,37% | 11,47% | 205,42 |
| 29/06/2026 | 1.017,39 | -3,03% | 6,81% | 196,86 |
| 26/06/2026 | 1.049,14 | -0,46% | 10,14% | 202,89 |
O preço do açúcar cristal apresenta um pequeno aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,23.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 92,23 | 1,03% | 1,05% | 17,70 |
| 01/07/2026 | 91,29 | 0,02% | 0,02% | 17,53 |
| 30/06/2026 | 91,27 | -1,53% | -1,86% | 17,66 |
| 29/06/2026 | 92,69 | 0,41% | -0,33% | 17,94 |
| 26/06/2026 | 92,31 | -0,45% | -0,74% | 17,85 |
Em Santos (SP), houve uma redução de 1,43%, e a mercadoria é negociada a R$ 109,20 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 109,20 | -1,43% | 0,34% | 21,02 |
| 01/07/2026 | 110,78 | 1,79% | 1,79% | 21,32 |
| 30/06/2026 | 108,83 | 0,84% | 5,82% | 21,02 |
| 29/06/2026 | 107,92 | 0,94% | 4,94% | 20,87 |
| 26/06/2026 | 106,92 | 2,12% | 3,97% | 20,68 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,13, após aumento de 0,17%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 64,13 | 0,17% | 0,87% | 12,31 |
| 01/07/2026 | 64,02 | 0,69% | 0,69% | 12,29 |
| 30/06/2026 | 63,58 | 0,28% | -2,05% | 12,30 |
| 29/06/2026 | 63,40 | -0,08% | -2,33% | 12,27 |
| 26/06/2026 | 63,45 | 0,28% | -2,25% | 12,27 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO trigo registra queda de preço no estado do Paraná e alta no Rio Grande do Sul
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (3) com pequeno aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,04%, com a saca negociada a R$ 127,87. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,57%, levando a cotação para R$ 135,08.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 127,87 | 0,04% | 0,35% | 24,54 |
| 01/07/2026 | 127,82 | 0,31% | 0,31% | 24,54 |
| 30/06/2026 | 127,43 | -0,13% | 2,58% | 24,65 |
| 29/06/2026 | 127,59 | -0,04% | 2,70% | 24,69 |
| 26/06/2026 | 127,64 | 0,11% | 2,74% | 24,68 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 135,08 | 0,57% | 1,12% | 25,93 |
| 01/07/2026 | 134,32 | 0,55% | 0,55% | 25,79 |
| 30/06/2026 | 133,58 | -0,24% | 2,66% | 25,84 |
| 29/06/2026 | 133,90 | 0,02% | 2,91% | 25,91 |
| 26/06/2026 | 133,87 | -0,21% | 2,88% | 25,89 |
O trigo também registra redução de preço no estado do Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.364,29. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.324,66.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 1.324,66 | 0,59% | -0,36% | 254,25 |
| 01/07/2026 | 1.316,87 | -0,95% | -0,95% | 252,81 |
| 30/06/2026 | 1.329,48 | -0,08% | -0,28% | 257,20 |
| 29/06/2026 | 1.330,49 | -0,04% | -0,21% | 257,45 |
| 26/06/2026 | 1.330,99 | 0,39% | -0,17% | 257,39 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 02/07/2026 | 1.364,29 | -0,21% | -0,32% | 261,86 |
| 01/07/2026 | 1.367,18 | -0,11% | -0,11% | 262,46 |
| 30/06/2026 | 1.368,63 | 0,05% | 0,66% | 264,78 |
| 29/06/2026 | 1.367,94 | 0,09% | 0,61% | 264,69 |
| 26/06/2026 | 1.366,65 | -0,19% | 0,52% | 264,29 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 19.941.500.331, em meio a 3.076.692 negócios
Baixar áudio
O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 172.787 pontos.
O Ibovespa operou em alta nesta quinta-feira, mas perdeu parte dos ganhos da abertura.
Por volta do início da tarde, o índice subia 0,32%.
O mercado reagiu ao relatório de empregos dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.
Ações em alta no Ibovespa
Panatlantica S.A. (PATI3F) +16,63%
Grupo Toky SA (TOKY3) +15,38%
Ações em queda no Ibovespa
Trevisa Investimentos SA Pfd (LUXM4F) −15,76%
Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A (SNSY5F) −13,82%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 19.941.500.331, em meio a 3.076.692 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,97
Baixar áudioO dólar comercial fechou a quinta-feira praticamente estável, com leve queda de 0,04%, cotado a R$ 5,20.
A pequena variação ocorreu após a divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos, que mostrou a criação de menos vagas do que o mercado esperava.
No fim da tarde, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas, caía 0,51% no mercado internacional. Já o dólar futuro com vencimento em agosto registra leve alta e é negociado a R$ 5,24.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,97.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1923 | 0,1675 | 0,1434 | 30,9801 | 0,1545 | 0,2727 | 0,2766 |
| USD | 5,2006 | 1 | 0,8745 | 0,7491 | 161,11 | 0,8034 | 1,4182 | 1,4445 |
| EUR | 5,9702 | 1,1435 | 1 | 0,8566 | 184,22 | 0,9186 | 1,6214 | 1,6518 |
| GBP | 6,9422 | 1,3348 | 1,1674 | 1 | 215,07 | 1,0724 | 1,8930 | 1,9283 |
| JPY | 0,0323 | 0,0062 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,4987 | 0,0088 | 0,0090 |
| CHF | 6,4732 | 1,2447 | 1,0886 | 0,9324 | 200,54 | 1 | 1,7653 | 1,7981 |
| CAD | 3,6670 | 0,7051 | 0,6165 | 0,5283 | 113,61 | 0,5666 | 1 | 1,0187 |
| AUD | 3,6143 | 0,6923 | 0,6054 | 0,5186 | 111,53 | 0,5561 | 0,9817 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3026 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (02/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
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| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Copiar o textoO concurso 3725 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (02/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Dois apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 903.320,97.Os bilhetes premiados foram adquiridos em Santa Bárbara (MG) e Belém (PA).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3726, que será realizado no sábado, 4 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA sexta-feira (3) será de frio em toda a Região Sul, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre registra temperaturas entre 6°C e 13°C. O dia começa com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, mas o tempo melhora gradualmente durante a noite.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá mínima de 11°C e máxima de 16°C. Há possibilidade de chuva isolada pela manhã, enquanto a nebulosidade diminui à noite.
No Paraná, Curitiba registra temperaturas entre 8°C e 19°C. O céu permanece com muitas nuvens durante praticamente todo o dia, com possibilidade de chuva isolada entre a tarde e a noite.
Na Região Sul, a umidade relativa do ar varia entre 65% e 100%. Os maiores índices são registrados no Paraná, favorecendo a manutenção da nebulosidade e da possibilidade de chuva isolada, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul também apresentam níveis elevados de umidade ao longo do dia.
Mesmo com a redução da chuva em parte da região, a massa de ar frio mantém as temperaturas baixas, principalmente durante as primeiras horas da manhã e à noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica tempo firme em praticamente toda a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (3).
Em Goiás e no Distrito Federal, o céu permanece com poucas nuvens durante todo o dia. Em Brasília, os termômetros variam entre 14°C e 26°C. Já em Goiânia, a mínima será de 14°C e a máxima chega aos 28°C.
Em Mato Grosso, o tempo também segue aberto na maior parte do estado. Cuiabá terá mínima de 18°C e máxima de 28°C, com ventos moderados e rajadas entre a tarde e a noite.
Já em Mato Grosso do Sul, a influência da massa de ar frio mantém muitas nuvens ao longo do dia, principalmente pela manhã e à tarde. Campo Grande registra temperaturas entre 18°C e 25°C, com tendência de declínio da máxima.
Na Região Centro-Oeste, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%. Os menores índices são esperados em Goiás e Mato Grosso, onde a umidade pode cair para 30% durante a tarde, enquanto Distrito Federal e Mato Grosso do Sul registram valores mais elevados nas primeiras horas do dia.
A combinação entre temperaturas mais baixas e baixa umidade em parte da região exige cuidados, principalmente durante as horas mais quentes do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA passagem de uma frente fria continua influenciando o tempo na Região Sudeste nesta sexta-feira (3), especialmente em São Paulo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
Na capital paulista, a mínima será de 10°C e a máxima não passa dos 16°C. O dia começa com poucas nuvens, mas a nebulosidade aumenta durante a tarde, com possibilidade de chuva isolada à noite.
No Rio de Janeiro, o tempo inicia com poucas nuvens, mas o céu fica mais carregado ao longo do dia. A capital fluminense terá temperaturas entre 16°C e 30°C, com possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Em Minas Gerais, o tempo permanece estável. Belo Horizonte registra mínima de 13°C e máxima de 28°C, alternando entre poucas e muitas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá muitas nuvens durante todo o dia, mas sem previsão de chuva significativa. As temperaturas variam entre 18°C e 31°C.
Na Região Sudeste, a umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%. Os menores índices são previstos para Minas Gerais, enquanto Rio de Janeiro e São Paulo registram os maiores valores, favorecendo a presença de nebulosidade e a possibilidade de chuva isolada em algumas áreas.
A atuação da massa de ar frio favorece temperaturas mais baixas principalmente em São Paulo, enquanto os demais estados mantêm tardes mais quentes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica que a sexta-feira (3) será marcada por muitas nuvens e chuva em grande parte da Região Norte.
No Amazonas, Pará, Amapá e Roraima, o dia começa com possibilidade de chuva isolada, enquanto durante a tarde há previsão de pancadas de chuva em diversas áreas. Em Belém, os termômetros variam entre 24°C e 33°C. Manaus registra mínima de 25°C e máxima de 33°C. Em Macapá, a temperatura fica entre 25°C e 32°C, enquanto Boa Vista terá máxima de 32°C.
No Acre, Rondônia e sul do Amazonas, o céu permanece com muitas nuvens durante boa parte do dia. Rio Branco registra temperaturas entre 17°C e 26°C, influenciadas pela atuação de uma massa de ar frio que também provoca queda nas temperaturas no extremo oeste da Amazônia. Em Porto Velho, os termômetros variam entre 21°C e 35°C.
Já no Tocantins, o tempo permanece estável, com poucas nuvens e predomínio de sol. Em Palmas, a temperatura varia entre 19°C e 34°C, e a umidade relativa do ar pode atingir apenas 20% durante a tarde.
A umidade relativa do ar varia entre 20% e 98%. Os menores índices são previstos para o Tocantins, especialmente em Palmas, enquanto Amazonas, Pará, Amapá e Roraima mantêm elevados níveis de umidade ao longo do dia, favorecendo a formação de nuvens e pancadas de chuva.
A combinação entre calor e alta umidade favorece a formação de pancadas de chuva típicas da Região Amazônica, principalmente no período da tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta continuidade das instabilidades no litoral da Região Nordeste nesta sexta-feira (3).
Entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, o céu permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em diversos momentos do dia. Salvador terá temperaturas entre 21°C e 28°C. Em Aracaju, os termômetros variam de 21°C a 27°C. Recife registra mínima de 22°C e máxima de 28°C, enquanto João Pessoa fica entre 23°C e 28°C. Em Maceió, a temperatura varia de 23°C a 27°C. Natal terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, e Fortaleza registra temperaturas entre 23°C e 31°C.
No Maranhão, as pancadas de chuva isoladas continuam favorecendo principalmente a faixa norte do estado. Em São Luís, os termômetros variam entre 24°C e 32°C.
No interior do Nordeste, o tempo permanece mais firme. Em Teresina, a temperatura varia entre 21°C e 33°C, com umidade relativa do ar podendo cair para 35% durante a tarde.
A umidade relativa do ar na Região Nordeste varia entre 35% e 100%, com os menores índices previstos para o interior do Piauí durante a tarde e os maiores valores concentrados na faixa litorânea, onde a umidade permanece elevada ao longo do dia.
Os ventos moderados predominam em boa parte do litoral, favorecendo maior transporte de umidade do oceano para a costa leste da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA televisão pública passou a alcançar cerca de 3,3 milhões de pessoas no Brasil. O Ministério das Comunicações concedeu, nas últimas semanas, novas consignações de canais digitais para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a TV Câmara em 37 municípios de 16 estados brasileiros.
Dos 37 municípios contemplados, 18 passam a contar simultaneamente com a transmissão da EBC e da TV Câmara. É o caso, por exemplo, de Canavieiras (BA), Cariús (CE), Minaçu (GO) e Porto Nacional (TO).
A EBC recebeu autorização para operar o serviço de Retransmissão de Televisão Digital (RTVD) em 29 municípios, distribuídos por 14 estados. Com a EBC, a população dessas localidades, consideradas estratégicas, terá acesso a conteúdo educativo e informativo, como a TV Brasil, o Canal Educação, o Canal Saúde e o Canal Gov, além de conteúdos locais dos parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública.
Já as consignações para a TV Câmara permitem a geração de TV digital (GTVD) em 27 municípios, distribuídos por 14 estados. Com o serviço, os telespectadores poderão acompanhar, em tempo real, o trabalho do Poder Legislativo, fortalecendo a transparência e a participação cidadã.
Segundo o Ministério das Comunicações, a liberação dos canais faz parte da estratégia de ampliação do acesso da população à comunicação pública e fortalecer o setor de radiodifusão no país. As novas consignações contribuem para consolidar a televisão aberta como uma importante janela de inclusão, diversidade cultural e integração entre as diferentes regiões do país.
Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações, acredita que ampliar a cobertura contribui para a democratização do acesso à informação no país. “O papel do Ministério das Comunicações é justamente dar condições para que essa infraestrutura digital chegue nos cantos e recantos do Brasil, nas áreas mais remotas. Porque, se não fosse a força do Estado, com certeza, a gente não iria conseguir fazer essa transformação digital também na comunicação pública no interior do Brasil”, afirmou.
O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. Através da iniciativa, instituições públicas disponibilizam espaços para a instalação de estações transmissoras, enquanto o governo federal fica responsável por viabilizar a infraestrutura necessária para o funcionamento dos canais.
A ação contribui para ampliar o acesso da população a conteúdos educativos, prestação de serviços públicos, cobertura legislativa e programação cultural gratuita a partir dos sinais digitais da Rede Legislativa e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Além de viabilizar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.
Confira os municípios beneficiados com o serviço de Retransmissão de TV Digital (RTVD):
Confira os municípios beneficiados com o serviço de Geração de TV Digital (GTVD):
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Baixar áudioCompletando 80 anos nesta quarta-feira (1º), o Serviço Social da Indústria (SESI) celebra uma trajetória marcada pela expansão de suas ações nas áreas de educação, saúde, cultura e qualidade de vida. Em 2025, a instituição se consolidou como a maior rede privada de educação do país, com escolas em todos os estados brasileiros.
Ao longo do ano, o SESI registrou mais de 390 mil matrículas na Educação Básica, sendo:
A rede é formada por 468 unidades, sendo 396 escolas, 71 centros de Educação de Jovens e Adultos e uma instituição de ensino superior. Atualmente, o SESI está presente em 377 municípios brasileiros.
Além da educação básica, os programas de Educação Continuada realizaram 436 mil atendimentos em 2025, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e desenvolvimento de competências.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diretor do SESI, Ricardo Alban, afirma que a instituição tem papel estratégico na formação de profissionais cada vez mais preparados, com uma visão moderna e alinhada às novas realidades.
"Pessoas mais bem preparadas, com visões modernas, adaptadas às novas realidades que surgem a cada momento, para que possamos trabalhar cada vez mais com uma indústria eficiente, produtiva, para que a indústria brasileira tenha condições competitivas — mesmo com as adversidades que nós temos em tantas outras situações, como o Custo Brasil e a geopolítica", destaca.
Entre 2020 e 2025, mais de 13,2 milhões de espectadores participaram de ações promovidas nos 296 espaços culturais do SESI distribuídos por todo o país. Nesse período, também foram realizadas mais de 1.156 ações culturais pelos 27 departamentos regionais da instituição.
Além disso, os cursos de cultura somaram 131,7 mil matrículas, ampliando o acesso à formação artística e ao desenvolvimento de habilidades criativas.
Por meio do Programa Nacional de Cultura, o SESI executou 168 projetos em diferentes linguagens artísticas e regiões do Brasil. A parceria com o Ministério da Cultura também capacitou mais de 54 mil agentes culturais em 57 oficinas.
Na área da saúde, o SESI manteve uma das maiores estruturas de atendimento voltadas aos trabalhadores da indústria. Em 2025, 76,2 mil empresas utilizaram os serviços de saúde da instituição, beneficiando diretamente 4,4 milhões de pessoas.
Outro destaque foi a aplicação de mais de 881 mil doses de vacinas em trabalhadores da indústria e seus dependentes.
A estrutura de atendimento reúne mais de 500 unidades próprias distribuídas pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, incluindo 497 unidades móveis, 317 Centros de Promoção da Saúde e 222 Centros de Saúde e Segurança no Trabalho.
Criado em 1º de julho de 1946, o SESI surgiu para atender às demandas dos trabalhadores e das indústrias por condições dignas de trabalho e qualidade de vida. Com a missão de estudar, planejar e executar ações voltadas ao bem-estar social dos trabalhadores da indústria e de seus dependentes, a instituição se consolidou como uma das principais organizações voltadas ao desenvolvimento social e à promoção da cidadania no país.
Para o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior, o aniversário de 80 anos representa não apenas a celebração da história da instituição, mas também um compromisso com os desafios do futuro.
“Este ano, o SESI completa 80 anos. São 80 anos de uma história vinculada às demandas da sociedade brasileira e à garantia de direitos para os trabalhadores da indústria. O futuro colocado a partir disso coloca enormes desafios. Entre eles, que a gente consiga vincular educação, saúde, cultura e esporte às novas demandas do século XXI”, ressalta.
Segundo ele, a instituição continuará investindo em soluções voltadas à inovação, ao desenvolvimento e à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria e de suas famílias.
Para celebrar as oito décadas de atuação, o SESI foi homenageado, nesta quarta-feira (1º), em sessão solene na Câmara dos Deputados. A cerimônia reuniu lideranças da indústria e parlamentares em reconhecimento à contribuição histórica da instituição para o desenvolvimento social e econômico do país.
Na ocasião, Ricardo Alban destacou que o fortalecimento da competitividade brasileira depende da atuação conjunta entre setor produtivo, poder público e organizações sociais.
"Ao longo de seus 80 anos, o SESI tornou-se referência porque entende que a educação é uma construção coletiva, feita por professores, colaboradores, alunos, famílias e pelo setor produtivo em favor de um país mais qualificado, competitivo e humano", afirmou.
O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) também defendeu a importância de uma política industrial permanente para o país e ressaltou que, com a ampliação do tempo livre dos trabalhadores, iniciativas nas áreas de educação, cultura, esporte e lazer tendem a ganhar ainda mais relevância.
"O SESI oferece qualidade de vida para os trabalhadores e isso tem um impacto direto na produtividade da nossa indústria", assegurou o parlamentar.
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Copiar o textoCACB fica insatisfeita com proposta do governo que contempla apenas MEIs e ameaça travar análise
Baixar áudioDurante audiência pública da Comissão Especial para analisar o Projeto de Lei Complementar (PLP 108/2021), que atualiza o faturamento máximo permitido de microempreendedores individuais (MEIs), o setor produtivo cobrou, nesta quarta-feira (1º), a revisão do teto de receita para as demais faixas do Simples Nacional. Para não depender da vontade política, empresários defenderam também a inclusão de dispositivo de reajuste automático anual pela inflação.
Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), foi taxativo ao afirmar que o empresariado rejeita a ideia de aprovar somente a correção para MEIs.
“Se não incluírem também a mesma correção para o Simples Nacional, nós do mundo associativo, das micro e pequenas empresas, das 23 milhões de empresas que estão instaladas no Brasil, não vamos aceitar. Nós vamos fazer a maior mobilização possível para impedir a aprovação desse projeto, que só deve ser aprovado caso também inclua o Simples Nacional”, alertou o executivo.
Apesar das críticas, representantes do setor privado ficaram satisfeitos com a elevação do teto de receita para o MEI, mas esperam negociações para todo o regime simplificado, criado para facilitar o recolhimento de impostos em uma única guia centralizada. Setores como o comércio e indústria também participaram da audiência e reforçaram as demandas citadas pela CACB.
Além de elevar o teto da categoria para R$ 144,9 mil anuais, empresários defendem atualizar os limites das microempresas para R$ 869,4 mil, e das empresas de pequeno porte para R$ 8,69 milhões. Os limites de faturamento, em vigor desde 2018, são:
A audiência também marcou o início da análise do projeto alternativo (PLP 186/2026) enviado pelo governo federal que atualiza o teto de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) pela comissão especial. A medida prevê ampliação gradual do teto de receita da categoria para R$ 110 mil em 2027, e R$ 140 mil em 2028, além de autorizar a contratação de até dois funcionários por CNPJ, sem tratar do Simples Nacional.
O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte entregou a proposta em mãos à presidência da comissão especial. Segundo Paulo Henrique Pereira, a atualização atende a um pleito do setor ao corrigir uma defasagem inflacionária de quase uma década, que pode beneficiar cerca de 17 milhões de MEIs no país.
“É importante o escalonamento para que o governo possa se adaptar e, novamente, fazer um movimento que atenda a esse pleito, que é meritório, que é correto, do reajuste do teto, que há 10 anos não é feito, não foi feito pelos presidentes anteriores, e é feito agora pelo presidente Lula. Mas não pode ser feito de afogadilho, gerando prejuízo fiscal e desestabilizando as contas do país”, frisou o chefe da pasta.
Após a audiência, o ministro se disse aberto ao diálogo para chegar a uma solução negociada. No entanto, frisou que, enquanto o impacto fiscal da atualização dos limites para microempreendedores é calculado em R$ 2 bilhões, a revisão de todas as faixas do Simples Nacional pode custar R$ 50 bilhões aos cofres públicos.
A costura está por conta do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC). Relator do texto na comissão especial, o parlamentar percebe boa vontade do governo no debate e entende o compromisso com a saúde fiscal do país, mas vê espaço para melhorias na proposta do Executivo e argumenta que a atualização de todo o regime simplificado pode trazer mais recursos para a economia, além de ser um direito do setor privado.
“A resistência nesse momento para com a atualização do Simples é mais por responsabilidade e é bem aceita por nós. Eu acho que a equipe econômica tem que ter, sim, essa responsabilidade para com as contas públicas. Mas nós estamos mostrando, e temos como mostrar para a equipe econômica, que não estamos falando em renúncia, não estamos falando em impacto fiscal, nós estamos falando apenas na atualização, na reposição da inflação desse período”, destacou o deputado.
O planejamento é para apresentar o relatório até a segunda semana de julho, antes do recesso parlamentar. Como um requerimento de urgência para a matéria já foi aprovado, a votação em plenário pode ocorrer assim que o colegiado liberar o parecer.
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Baixar áudioCelebrado nesta quarta-feira (1º), o Dia do Empreendedor chama atenção para os desafios enfrentados por milhões de brasileiros que movimentam a economia do país. Entre as principais reivindicações do setor está a atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). A pauta é encabeçada pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que defende a adequação dos valores à realidade econômica e à inflação acumulada nos últimos anos.
A defesa da medida ganhou destaque durante sessão solene realizada na Câmara dos Deputados em homenagem ao Dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas. Parlamentares e representantes do setor produtivo reforçaram a necessidade de corrigir a defasagem dos tetos de faturamento para evitar que milhares de pequenos negócios sejam excluídos do regime tributário simplificado.
Além da revisão do teto de faturamento para microempresas e empresas de pequeno porte, o setor acompanha a tramitação de propostas que elevam o teto anual de faturamento do MEI para R$ 144 mil.
O presidente da CACB e da Associação Comercial de São Paulo, Alfredo Cotait Neto, destacou que a entidade mantém atuação permanente junto ao Congresso Nacional para garantir o avanço da pauta.
“Temos o compromisso de trabalhar, em conjunto com o Parlamento e a sociedade civil, para garantir a atualização desses limites e fortalecer as micro e pequenas empresas, fundamentais para o desenvolvimento econômico do país”, afirmou.
Segundo a CACB, a atualização da tabela do Simples Nacional permitirá que milhares de empreendedores permaneçam enquadrados no regime simplificado de tributação, reduzindo a burocracia, estimulando a formalização, preservando empregos e criando um ambiente mais favorável ao crescimento dos pequenos negócios.
Durante a sessão, o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (FACEB), Paulo Cavalcanti, também defendeu melhores condições para quem empreende e chamou atenção para o peso da carga tributária sobre os pequenos negócios.
A presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Ana Claudia Cotait, reforçou a urgência da atualização dos limites do MEI e do Simples Nacional, destacando que a medida é essencial para acompanhar a realidade vivida pelos empreendedores brasileiros.
Para a CACB, a revisão dos tetos de faturamento é uma medida estratégica para estimular o empreendedorismo, ampliar a competitividade das micro e pequenas empresas e impulsionar a geração de emprego e renda em todo o país.
A sessão também reuniu presidentes representantes de federações das associações comerciais de diversos estados, além de lideranças de órgãos e conselhos vinculados à CACB, como o presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado do Amazonas (FACEA), Jorge de Souza Lima, e o presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC), Elson Otto.
A presença das entidades reforçou a mobilização nacional em defesa da atualização dos limites do Simples Nacional e do MEI, considerada uma das principais pautas do setor empresarial.
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Baixar áudioO Governo de Goiás iniciou uma estratégia para ampliar presença no setor de inteligência artificial com a criação de um distrito tecnológico em Goiânia e a expansão de uma olimpíada nacional voltada a estudantes. As iniciativas envolvem mais de R$ 300 milhões em investimentos no polo tecnológico e a distribuição de R$ 420 mil em prêmios para jovens de todo o país.
O projeto do Distrito de Inovação e Inteligência Artificial vai revitalizar o Setor Leste Universitário para instalar empresas de tecnologia, centros de pesquisa e espaços voltados à formação profissional.
Como parte da estratégia de desenvolvimento tecnológico do estado, o novo Distrito de Inovação e Inteligência Artificial vai ocupar uma área de 91 hectares – espaço destinado a atrair empresas de tecnologia e gerar empregos.
O governador de Goiás, Daniel Vilela, mencionou que Goiânia ocupa a segunda colocação nacional em termos de inovação em inteligência artificial no país e ressaltou que o objetivo é liderar o setor. “Goiás já é referência para o mundo inteiro em IA. Agora, temos uma grande janela de oportunidade para consolidar o estado e Goiânia como hub de inteligência artificial do Brasil e da América Latina”, destacou Vilela.
A previsão é de R$ 300 milhões em investimentos para o projeto, sendo R$ 200 milhões investidos na reforma de quatro prédios estaduais presentes na região, além da construção de novos.
Já outros R$ 30 milhões serão investidos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Parte dos R$ 78 milhões do novo convênio do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG), também devem ser aplicados no Distrito.
A ideia é atrair empresas do ramo de tecnologia, estimular novos negócios de base tecnológica e formar mão de obra qualificada na área do distrito. A expectativa é gerar mais de 1,4 mil empregos diretos na primeira fase de funcionamento e atrair milhares de pessoas para as atividades de inovação e tecnologia.
A primeira empresa a integrar o distrito será a Semantix, uma multinacional brasileira especializada em dados, analytics e inteligência artificial, que já possui atuação internacional em sete países.
A iniciativa também prevê parcerias com universidades, programas de residência tecnológica, aceleração de startups e oferta de cursos de qualificação.
Além disso, logo no início das atividades, serão oferecidas 1.500 bolsas para cursos de qualificação profissional vinculados ao Distrito, bem como descontos em cursos tecnológicos, por meio de uma parceria com o Sistema S, além de turmas gratuitas de cursos técnicos no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).
A partir das atividades desenvolvidas no Distrito, a estratégia é atrair talentos e modernizar a capacidade produtiva do estado, com pesquisas que envolvam inovação, especialmente IA.
Em paralelo à oportunidade estratégica para fortalecer a economia baseada em tecnologia, pesquisa e inovação com o Distrito, o governo de Goiás também busca ampliar a formação de jovens na área de IA por meio da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada 2026. A Olimpíada é uma iniciativa entre o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás (Secti-GO).
Em sua terceira edição, a competição, que pela primeira vez terá participação de estudantes de todo o Brasil, oferece a oportunidade de capacitação gratuita em programação e inteligência artificial aplicada antes das etapas de disputa. Além disso, ao final das etapas de capacitação os ganhadores recebem prêmios em dinheiro.
Ao todo, serão distribuídos R$ 420 mil em prêmios, com valores de até R$ 10 mil por integrante das equipes vencedoras.
A Olimpíada foi planejada para buscar participantes em diferentes níveis de conhecimento – inclusive quem nunca teve contato com programação. Antes de cada fase competitiva, as equipes terão acesso gratuito a trilhas formativas em Lógica de Programação, Python e Inteligência Artificial Aplicada, em formato online, com suporte técnico e acompanhamento especializado. Na primeira etapa, os participantes resolverão desafios em ambiente virtual, com soluções em linguagem Python.
Como os desafios estarão distribuídos:
A segunda etapa da competição terá aprofundamento técnico por meio de formação avançada em Inteligência Artificial, com carga horária de 40 horas, realizada em ambiente virtual de aprendizagem.
As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 31 de julho, com 600 vagas disponíveis. Podem participar estudantes do 9º ano do ensino fundamental ao ensino médio ou técnico, com idade entre 14 e 19 anos.
As equipes serão formadas por três alunos e um tutor. O responsável pela equipe deve ser graduado ou estar matriculado em curso de nível superior reconhecido pelo MEC e atuar como professor, profissional de tecnologia ou outro interessado na área, desde que atenda aos requisitos previstos no edital.
Com o objetivo de ampliar a participação feminina na tecnologia, a competição reservou, inicialmente, 120 vagas para equipes com presença mínima de 50% de estudantes que se identificam com o gênero feminino.
Com investimentos em infraestrutura, pesquisa e educação, Goiás aposta na inteligência artificial como ferramenta para impulsionar o desenvolvimento econômico, criar oportunidades profissionais e preparar uma nova geração para o mercado tecnológico.
O governador Daniel Vilela ressaltou a importância de ações destinadas a estimular o desenvolvimento tecnológico e a qualificação profissional no estado.
“A ideia é que a gente, com esse distrito, possa atrair cada vez mais empresas de inteligência artificial, mas, obviamente, de tecnologia, aqui para o nosso Distrito de Inovação. A gente percebe que há, além de uma vocação do estado, um desejo muito forte e latente dos jovens goianos por essa oportunidade de se qualificar, de buscar conhecimento na área da tecnologia e, também, da inteligência artificial”, disse Vilela.
Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada
Onde realizar a inscrição: olimpiadadeia.ceia.digital
Período: 25 de maio até 31 de julho de 2026
As inscrições são gratuitas.
Resultado: divulgado em 7 de agosto de 2026
Início das atividades formativas: 10 de agosto
Etapa final presencial e a cerimônia de premiação: entre 1º e 2 de novembro de 2026, em Goiás.
Mais informações sobre a olimpíada podem ser acessadas pelo Instagram oficial, @olimpiadaiaaplicada ou pelo e-mail [email protected].
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Baixar áudioA transformação do Brasil de exportador bruto de matérias-primas em um polo de processamento industrial sustentável, com maior valor agregado, esteve no centro dos debates do II Fórum de Investimentos Brasil-União Europeia, realizado na última semana pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a União Europeia, em colaboração com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI).
O encontro reuniu autoridades, empresários e especialistas para discutir os desafios e as oportunidades da cooperação entre Brasil e União Europeia em áreas estratégicas, como transição energética, infraestrutura digital e inteligente, minerais críticos, economia de dados e cadeias de valor sustentáveis. Os debates seguiram as diretrizes da agenda Global Gateway, estratégia da União Europeia que prevê mobilizar até 300 bilhões de euros em investimentos sustentáveis em infraestrutura entre 2021 e 2027.
A cerimônia de abertura contou com a participação do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Fernando Elias Rosa; da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; do comissário europeu para Parcerias Internacionais, Jozef Síkela; do presidente da ApexBrasil, Laudemir André Müller; além de outros ministros de Estado e integrantes da comitiva diplomática europeia.
Na ocasião, Jozef Síkela afirmou que o fórum simboliza uma parceria baseada em benefícios mútuos, prioridades compartilhadas e impactos de longo prazo.
"Estou aqui por um motivo: fortalecer a parceria entre a União Europeia e o Brasil. Nesta sala estão inovadores e líderes, tanto do Brasil quanto da União Europeia, capazes de transformar ideias em oportunidades e investimentos em crescimento, segurança e empregos. Considerem este fórum um espaço onde acordos concretos podem acontecer", disse.
Um dos destaques da programação foi a análise técnica do Acordo Mercosul-União Europeia. Especialistas apresentaram estudos sobre os impactos macroeconômicos da parceria e as oportunidades de redução tarifária para produtos brasileiros, reforçando o potencial do acordo para ampliar a integração comercial entre os blocos.
Durante o fórum, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, destacou o papel da agência na atração de investimentos estrangeiros, especialmente de origem europeia, e ressaltou o desempenho recente do Brasil no comércio internacional.
“No ano passado, o Brasil exportou US$ 348 bilhões, um recorde de exportação. Atraímos US$ 77 bilhões em investimentos estrangeiros. Com a Europa, inclusive, o Brasil teve um recorde no fluxo de comércio de US$ 100 bilhões, mesmo em um momento dos mais complexos do mercado internacional”, afirmou.
A programação também incluiu painéis sobre Indústria Verde e o programa Global Gateway. Os debates abordaram o potencial brasileiro para atrair recursos destinados à bioeconomia e aos projetos sustentáveis, além das oportunidades de investimentos na modernização da infraestrutura de transportes, dos complexos portuários e da infraestrutura digital do país.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta quinta-feira, 02 de julho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de julho e agosto.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoDurante o ciclo de debates do CNN Talks “Nova Era da Mineração”, realizado pela CNN Brasil no dia 30 de junho, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou um novo decreto federal voltado para a modernização das regras de proteção de cavidades naturais subterrâneas no Brasil. Segundo Silveira, o texto é estritamente técnico e está alinhado com as políticas socioambientais, eliminando a insegurança jurídica sobre o tema, e com um potencial de destravar cerca de 30% a 35% do setor mineral do País ao sanar gargalos históricos de licenciamento que afetam não apenas a mineração, mas também grandes obras de energia e infraestrutura.
O movimento é estratégico para o momento em que o Brasil busca consolidar sua soberania mineral e previsibilidade regulatória, condições fundamentais para atrair investimentos de longo prazo na cadeia global de minerais críticos. “Estamos corrigindo gargalos que há anos travavam o desenvolvimento do país. O novo decreto traz clareza técnica e responsabilidade. Diferente de propostas irresponsáveis do passado, que colocavam o patrimônio ambiental em risco e acabaram questionadas, este texto foi construído em consenso com o Ministério do Meio Ambiente e órgãos ambientais para proteger o patrimônio geológico e dar agilidade onde o país precisa crescer. Faremos um gol de placa nos próximos dias”, afirmou o ministro.
Na prática, o decreto atualiza as metodologias de classificação de cavidades naturais subterrâneas como cavernas, grutas e lapas com o objetivo de reduzir a margem de interpretações divergentes entre consultorias e o poder público. O principal alvo da mudança é o tratamento dado às chamadas “cavidades oclusas”. Sob a regra anterior, o simples entendimento subjetivo de que poderia haver uma estrutura oclusa paralisava grandes empreendimentos antes mesmo de qualquer laudo definitivo. Para encerrar as paralisações por tempo indeterminado, o decreto prevê que o ICMBio passe a ter um limite de até 30 dias para se manifestar sobre os processos de licenciamento, sanando o acúmulo de processos gerado pela falta de pessoal. Esta desburocratização trará impactos expressivos e imediatos para a extração de minérios fundamentais à infraestrutura nacional, impulsionando de forma especial o minério de ferro e o calcário.
O ministro enfatizou que a nova norma não reduz a proteção das cavidades mais relevantes, mas separa com rigor técnico as formações que exigem proteção integral daquelas que podem coexistir com a atividade econômica via compensação. “Grandes formações de relevância turística e patrimonial, como a Gruta da Lapinha ou o Vale da Lua, continuam absolutamente protegidas e intocadas”, garantiu o ministro.
A agenda do ministério apresentada no evento englobou ainda a modernização da Agência Nacional de Mineração (ANM) e as ações estruturadas de reparação de danos causados por desastres ambientais históricos em Minas Gerais. Além disso, o ministro esclareceu que a Petrobras possui total autonomia institucional para atuar e diversificar suas frentes em novos mercados minerais, desde que os projetos passem pelo crivo de viabilidade econômica e responsabilidade social. “Nosso objetivo é o equilíbrio perfeito entre o desenvolvimento econômico, a segurança jurídica de quem investe e a preservação do meio ambiente. O subsolo brasileiro precisa gerar riqueza com sustentabilidade”, concluiu Silveira.
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Baixar áudioA Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo aplicou 5.314 doses da vacina contra o sarampo no último sábado (27). A ação fez parte de uma mobilização emergencial após a confirmação de três casos da doença em crianças menores de dois anos na Zona Norte da capital paulista.
Do total, foram aplicadas 220 das chamadas “doses zero” da vacina tríplice viral em crianças de 6 a 11 meses e 29 dias, nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Integradas e durante a busca ativa de casos suspeitos na região.
As outras 5.094 doses foram destinadas à população de 12 meses a 59 anos. Dessas, 3.032 foram aplicadas por equipes de vacinação itinerante, que percorreram bairros da Zona Norte imunizando moradores em domicílios e em locais de grande circulação, como feiras, supermercados e praças.
A Secretaria Municipal da Saúde destaca que a dose zero é uma estratégia adicional de proteção e não substitui o esquema regular do Calendário Nacional de Vacinação.
Assim, mesmo após receber a dose entre 6 meses e 11 meses e 29 dias, a criança deve tomar a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses e a segunda, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.
Além de proteger contra o sarampo, a tríplice viral também previne caxumba e rubéola. Já a tetraviral amplia essa proteção ao incluir a varicela (catapora).
Segundo a pasta, a cobertura vacinal da tríplice viral no município já alcança cerca de 100% para as duas doses em 2026, índice superior à meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Além da aplicação da dose zero, o Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (CVE-SP) adotou uma série de medidas para reduzir o risco de reintrodução do vírus no estado.
Segundo a pasta, em razão do aumento do fluxo internacional de passageiros durante a Copa do Mundo de 2026, foram intensificadas as ações de vacinação em aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens.
A preocupação é motivada pela alta circulação do vírus nos países-sede do torneio. Nos Estados Unidos, foram registrados 2.288 casos em 2025 e outros 2.104 até 20 de junho de 2026. No Canadá, após 5.075 casos no ano passado, já são 1.073 neste ano. No México, a situação é ainda mais preocupante: o país passou de apenas sete casos em 2024 para 6.586 em 2025 e 11.771 em 2026.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, as ações buscam interromper rapidamente possíveis cadeias de transmissão e reduzir o risco de entrada do vírus no estado por meio dos municípios de São Paulo e Guarulhos, onde está localizado o Aeroporto Internacional de Guarulhos.
“O estado de São Paulo atua de forma preventiva, com intensificação da vigilância e ampliação das ações de vacinação para proteger a população. O estado disponibilizou doses adicionais para os dois municípios (São Paulo e Guarulhos) que farão as ações de intensificação”, disse em nota a diretora do CVE-SP, Tatiana Lang.
A vacinação contra o sarampo é oferecida de segunda a sexta-feira em todas as 482 UBSs da capital, das 7h às 19h. Aos sábados, o imunizante também está disponível nas AMAs/UBSs Integradas, no mesmo horário.
A população pode encontrar a unidade mais próxima pela plataforma Busca Saúde.
Professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro da diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia, a infectologista Raquel Stucchi afirma que o Brasil corre risco de voltar a enfrentar epidemias de sarampo devido à cobertura vacinal insuficiente em parte do país.
Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em 2025, a cobertura nacional foi de 92,68% para a primeira dose e de 78,04% para a segunda, ambas abaixo da meta de 95%.
"O risco existe, principalmente neste momento de grande deslocamento de pessoas em função da Copa do Mundo e do retorno de brasileiros que foram para os Estados Unidos, Canadá e México, caso não estejam adequadamente vacinados", alerta.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar próximo de pessoas não imunizadas. Crianças menores de cinco anos, pessoas desnutridas e indivíduos imunossuprimidos estão entre os grupos com maior risco de desenvolver complicações.
A infectologista explica que na fase aguda o sarampo pode provocar pneumonia ou meningite grave, podendo evoluir para óbito.
“Além disso, de forma mais tardia, pode provocar um quadro de panencefalite, que leva a uma perda importante da capacidade cognitiva e uma debilidade muito importante também”, explica.
A especialista reforça que a vacinação com a tríplice viral é a forma mais eficaz de prevenção e possui eficácia amplamente comprovada.
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O preço do boi gordo teve redução de 0,33% nesta quinta-feira (2). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 335,30.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 335,30 | -0,33% | -0,33% | 64,37 |
| 30/06/2026 | 336,40 | -0,66% | -3,80% | 65,08 |
| 29/06/2026 | 338,65 | 0,00% | -3,16% | 65,49 |
| 26/06/2026 | 338,65 | -0,40% | -3,16% | 65,49 |
| 25/06/2026 | 340,00 | -0,15% | -2,17% | 65,68 |
No mercado de frango, os valores também apresentam redução na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,20, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,20.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 7,20 | -0,83% | -0,83% |
| 30/06/2026 | 7,26 | -0,41% | 3,27% |
| 29/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 26/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 25/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 7,20 | -0,83% | -0,83% |
| 30/06/2026 | 7,26 | -0,41% | 2,98% |
| 29/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 26/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 25/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
Já a carcaça suína especial teve aumento de 0,12% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,53.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra elevação nos preços em algumas praças. Em Minas Gerais, por exemplo, o animal é comercializado a R$ 5,89.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 8,53 | 0,12% | 0,12% |
| 30/06/2026 | 8,52 | -0,47% | -1,27% |
| 29/06/2026 | 8,56 | -0,47% | -0,81% |
| 26/06/2026 | 8,60 | 0,00% | -0,35% |
| 25/06/2026 | 8,60 | 0,00% | -0,35% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | MG - posto | 5,89 | 0,34% | 0,34% |
| 01/07/2026 | PR - a retirar | 4,66 | 0,65% | 0,65% |
| 01/07/2026 | RS - a retirar | 5,03 | -0,40% | -0,40% |
| 01/07/2026 | SC - a retirar | 5,04 | -0,20% | -0,20% |
| 01/07/2026 | SP - posto | 5,26 | -0,38% | -0,38% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (2) em alta de 5,50%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.665,59 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve alta de 0,89%, sendo comercializado a R$ 1.071,24.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ | |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 1.665,59 | 5,50% | 5,50% | 319,75 |
| 30/06/2026 | 1.578,69 | 4,26% | 1,48% | 305,42 |
| 29/06/2026 | 1.514,13 | -0,19% | -2,67% | 292,98 |
| 26/06/2026 | 1.517,04 | -0,91% | -2,48% | 293,37 |
| 25/06/2026 | 1.530,95 | 0,90% | -1,59% | 295,72 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ | |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 1.071,24 | 0,89% | 0,89% | 205,65 |
| 30/06/2026 | 1.061,81 | 4,37% | 11,47% | 205,42 |
| 29/06/2026 | 1.017,39 | -3,03% | 6,81% | 196,86 |
| 26/06/2026 | 1.049,14 | -0,46% | 10,14% | 202,89 |
| 25/06/2026 | 1.054,04 | 1,55% | 10,65% | 203,60 |
O preço do açúcar cristal apresenta um pequeno aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,29.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 91,29 | 0,02% | 0,02% | 17,53 |
| 30/06/2026 | 91,27 | -1,53% | -1,86% | 17,66 |
| 29/06/2026 | 92,69 | 0,41% | -0,33% | 17,94 |
| 26/06/2026 | 92,31 | -0,45% | -0,74% | 17,85 |
| 25/06/2026 | 92,73 | 0,31% | -0,29% | 17,91 |
Em Santos (SP), houve um salto de 1,79%, e a mercadoria é negociada a R$ 110,78 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 110,78 | 1,79% | 1,79% | 21,32 |
| 30/06/2026 | 108,83 | 0,84% | 5,82% | 21,02 |
| 29/06/2026 | 107,92 | 0,94% | 4,94% | 20,87 |
| 26/06/2026 | 106,92 | 2,12% | 3,97% | 20,68 |
| 25/06/2026 | 104,70 | 1,71% | 1,81% | 20,18 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,02, após aumento de 0,69%.
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 64,02 | 0,69% | 0,69% | 12,29 |
| 30/06/2026 | 63,58 | 0,28% | -2,05% | 12,30 |
| 29/06/2026 | 63,40 | -0,08% | -2,33% | 12,27 |
| 26/06/2026 | 63,45 | 0,28% | -2,25% | 12,27 |
| 25/06/2026 | 63,27 | 0,29% | -2,53% | 12,22 |
Os dados são do Cepea.
Copiar o textoO trigo registra alta de preço no estado do Paraná e redução no Rio Grande do Sul
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (2) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,31%, com a saca negociada a R$ 127,82. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,55%, levando a cotação para R$ 134,32.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 127,82 | 0,31% | 0,31% | 24,54 |
| 30/06/2026 | 127,43 | -0,13% | 2,58% | 24,65 |
| 29/06/2026 | 127,59 | -0,04% | 2,70% | 24,69 |
| 26/06/2026 | 127,64 | 0,11% | 2,74% | 24,68 |
| 25/06/2026 | 127,50 | 0,70% | 2,63% | 24,63 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 134,32 | 0,55% | 0,55% | 25,79 |
| 30/06/2026 | 133,58 | 0,24% | 2,66% | 25,84 |
| 29/06/2026 | 133,90 | 0,02% | 2,91% | 25,91 |
| 26/06/2026 | 133,87 | -0,21% | 2,88% | 25,89 |
| 25/06/2026 | 134,15 | -0,15% | 3,10% | 25,91 |
O trigo também registra redução de preço no estado do Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.367,18. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.316,87.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 1.316,87 | -0,95% | -0,95% | 252,81 |
| 30/06/2026 | 1.329,48 | -0,08% | -0,28% | 257,20 |
| 29/06/2026 | 1.330,49 | -0,04% | -0,21% | 257,45 |
| 26/06/2026 | 1.330,99 | 0,39% | -0,17% | 257,39 |
| 25/06/2026 | 1.325,81 | -0,06% | -0,56% | 256,10 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/07/2026 | 1.367,18 | -0,11% | -0,11% | 262,46 |
| 30/06/2026 | 1.368,63 | 0,05% | 0,66% | 264,78 |
| 29/06/2026 | 1.367,94 | 0,09% | 0,61% | 264,69 |
| 26/06/2026 | 1.366,65 | -0,19% | 0,52% | 264,29 |
| 25/06/2026 | 1.369,30 | 0,49% | 0,71% | 264,50 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,21, após avançar 1%.
A valorização foi impulsionada pelo anúncio de sanções do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos contra dois brasileiros, três empresas do Brasil e uma companhia portuguesa, apontados pelo governo norte-americano como ligados ao PCC.
Além disso, investidores acompanharam a repercussão de uma pesquisa eleitoral da AtlasIntel sobre a corrida presidencial de 2026, cenário que contribuiu para a desvalorização do real frente à moeda americana.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1921 | 0,1683 | 0,1442 | 31,2196 | 0,1554 | 0,2731 | 0,2779 |
| USD | 5,2065 | 1 | 0,8788 | 0,7530 | 162,54 | 0,8093 | 1,4218 | 1,4507 |
| EUR | 5,9418 | 1,1379 | 1 | 0,8568 | 184,95 | 0,9209 | 1,6176 | 1,6508 |
| GBP | 6,9133 | 1,3280 | 1,1671 | 1 | 215,85 | 1,0747 | 1,8878 | 1,9266 |
| JPY | 0,0320 | 0,0062 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,4979 | 0,0087 | 0,0089 |
| CHF | 6,4333 | 1,2356 | 1,0859 | 0,9304 | 200,84 | 1 | 1,7568 | 1,7928 |
| CAD | 3,6619 | 0,7033 | 0,6180 | 0,5297 | 114,33 | 0,5693 | 1 | 1,0204 |
| AUD | 3,5993 | 0,6893 | 0,6058 | 0,5190 | 112,04 | 0,5579 | 0,9799 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 171.688 pontos.
Ao longo do dia, o principal índice da bolsa brasileira foi pressionado pela repercussão de uma pesquisa eleitoral e pela queda das ações da Petrobras, que acompanharam o recuo dos preços do petróleo após a estatal anunciar reduções nos valores do diesel e do querosene de aviação.
Apesar disso, a melhora das bolsas em Nova York ajudou a reduzir as perdas do índice. As ações da Vale também contribuíram para esse movimento, impulsionadas pela valorização do minério de ferro no mercado internacional.
Ações em alta no Ibovespa
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11) +14,29%
Azevedo & Travassos SA Pfd (AZUL97) +13,50%
Ações em queda no Ibovespa
Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A (SNSY5) −27,68%
Neogrid Participacoes SA (NGRD3) −17,92%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 21,5 bilhões, em meio a R$ 15,4 bilhões em negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3724 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (01/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Três apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 597.615,34.Os bilhetes premiados foram adquiridos em Juiz de Fora (MG) e Marabá (PA).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3725, que será realizado na quinta-feira, 2 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 05 - 06 - 07 - 12 - 15 - 16 - 17 - 19 - 21 - 22 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioNesta quinta-feira (2), a Região Sul terá uma tarde de tempo predominantemente nublado, com chuva concentrada entre o Paraná e Santa Catarina e temperaturas mais baixas no Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, as instabilidades atingem principalmente o oeste, sudoeste, centro-sul, sudeste, Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e o litoral, onde a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. No centro, também há previsão de pancadas de chuva isoladas. Já o norte e o noroeste permanecem com muitas nuvens ao longo da tarde. Em Curitiba, a temperatura varia entre 12°C e 25°C, com previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Santa Catarina, as instabilidades predominam sobre o oeste, meio-oeste, planalto sul, planalto norte, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, litoral sul e parte do litoral norte, onde são esperadas muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Nas áreas mais ao norte do estado, a chuva ocorre de forma mais isolada, mantendo o predomínio de muitas nuvens. Em Florianópolis, a mínima prevista é de 14°C e a máxima de 18°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Rio Grande do Sul, a chuva se concentra na Serra, no nordeste, no norte, na Região Metropolitana de Porto Alegre e em trechos do litoral norte, com previsão de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Na Campanha, na fronteira oeste, no sul e na campanha central, o céu permanece com muitas nuvens. Já no extremo sul do estado, o tempo fica com poucas nuvens e há condição para formação de geada. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 7°C e 12°C, com previsão de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quinta-feira (2) será marcada pelo predomínio de tempo firme em praticamente toda a Região Centro-Oeste. A atuação de uma massa de ar seco mantém o céu aberto na maior parte dos estados, favorecendo grande amplitude térmica, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, o tempo permanece estável durante todo o dia. Em Brasília, a previsão é de céu claro, com temperatura mínima de 12°C e máxima de 25°C, sem expectativa de chuva.
Em Goiás, o predomínio também é de céu claro. Goiânia registra mínima de 15°C e máxima de 31°C. O tempo segue firme em todas as regiões do estado, incluindo o norte, o sul, o leste, o oeste e a região central.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá poucas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 34°C. O tempo permanece estável na maior parte do estado, abrangendo as regiões sul, sudoeste, oeste, centro-sul, sudeste e leste. No extremo norte e em áreas do noroeste mato-grossense, a nebulosidade aumenta, com previsão de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá poucas nuvens, com mínima de 18°C e máxima de 30°C. O tempo firme predomina nas regiões central, norte, nordeste, leste e oeste do estado. Já no sul e no sudoeste sul-mato-grossense, a previsão indica aumento da nebulosidade, com ocorrência de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de trovoadas em pontos mais ao extremo sul.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma quinta-feira (2) marcada pelo predomínio de tempo estável, com pouca nebulosidade e temperaturas em elevação durante a tarde, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital terá poucas nuvens, com temperatura mínima de 15°C e máxima de 25°C. O tempo permanece firme em praticamente todo o estado, com céu variando entre claro e poucas nuvens. Nas áreas da Serra da Mantiqueira e de outros pontos mais elevados do sul paulista, há condição para geada nas primeiras horas do dia. Já no Vale do Ribeira e no litoral sul, a nebulosidade aumenta, com previsão de pancadas de chuva que podem vir acompanhadas de trovoadas.
No Rio de Janeiro, a capital registra mínima de 18°C e máxima de 31°C, sob poucas nuvens. A previsão indica tempo firme em todas as regiões fluminense, incluindo o Norte Fluminense, a Região Serrana, a Costa Verde, o Médio Paraíba, o Centro-Sul Fluminense e as Baixadas Litorâneas, com predomínio de céu claro e poucas nuvens ao longo do dia.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 13°C e máxima de 27°C, também com poucas nuvens. O tempo segue estável em praticamente todo o estado, abrangendo o Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Sul e Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Campo das Vertentes, Região Central, Vale do Rio Doce, Norte de Minas, Jequitinhonha, Mucuri e o Noroeste Mineiro, com céu variando entre claro e poucas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 18°C e máxima de 30°C, com poucas nuvens. O tempo permanece firme em todo o estado, desde o Litoral Norte e Litoral Sul até as regiões Serrana, Noroeste e Central, sem previsão de chuva e com predomínio de céu claro e poucas nuvens durante o dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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